quinta-feira, 23 de julho de 2009

Deletando aquilo que nos aprisiona!!!


"Mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante" (Filipenses 3.13)

Faço parte de uma comunidade no Orkut cujo nome é: “Sim! Eu deleto sem ler”. É uma comunidade para animais como eu, que apaga certos emails de cara, sem dó. Você também se incomoda em receber tantos emails, encaminhados, com anexo, com ppt, propagandas, lixos desinstrutivos, etc., diariamente? Pois é, bem-vindo(a) ao clube!

Fiquei pensando nesse ato de "deletar": seria tão bom se pudéssemos fazer isso com nossas memórias indesejáveis não é mesmo? Deletar sem ter que ler, lembrar, remoer, sofrer... se amargurar! Mas parece que o que acontece é o contrário, como diz a musica do Pato Fu: “As brigas que ganhei, nem um troféu com lembrança pra casa eu levei; as brigas que perdi, essas sim, eu nunca esqueci, eu nunca esqueci”.

Ela me lembra de duas instâncias: (a) a de quando lido mal com minhas perdas; (b) a de quando tendo a ressentir-me demais do passado. Reconhecer quando isso acontece, é reconhecer que estamos inacabados, no processo. Mas é também ter de reconhecer e aprender que não posso me contentar com esse estado. E que meu aprisionamento ao passado é uma das razões para meu estado de apatia.

Poderíamos chamar isso de “onipresença do passado”: culpas, falta de perdão, fracassos, arrependimentos, a morte de alguém querido, brigas... a lista é interminável. O que podemos fazer com ela? Resta-nos algo a fazer, além de lamentar, chorar, remoer, ficando presos a tais coisas?
Paulo nos convida nesse versículo a “esquecer o que fica para trás”. Será fácil isso? O que isso significa? O quanto de esforço isso demanda? O quanto de paciência isso demanda? O verbo usado em grego é “epilanthanomai”, que significa “perder de mente”, “negligenciar”. O ponto aqui, portanto, é deixar para trás, não permitir-se ser dominado por essas coisas, embora não se possa apagar as lembranças.

Após algumas poucas experiências com isso, cheguei a uma consideração parcial: “esquecer” não significa “deletar de cara”, mas estar disposto a isso, e entregar a quem efetivamente detém tanto querer quanto o realizar: Deus. Sem querer ensinar como nem quando Deus tem que fazer. Ele sabe... Não subestimemos o poder que Deus tem de suavemente nos livrar de nossos fardos. Se não damos conta de esquecer ou "deletar", entreguemos a Ele, e o mais, creia, Ele, oportunamente, fará!

Jonathan

Sofrimento criativo!!!!


Existem pessoas que constantemente se preocupam se terão coragem de enfrentar isto ou aquilo quando envelhecerem: uma doença devastadora, incertezas ou a morte do cônjuge. Procuro sempre reafirmar a elas que enquanto a provação não está lá, a coragem também não estará. E elas serão, provavelmente, aquelas pessoas a enfrentar as provações que vierem com mais coragem.

Diversas vezes fiquei maravilhado com os recursos de coragem que as pessoas ansiosas e preocupadas revelam quando têm que enfrentar a provação real e não o fantasma da provação que povoa seu imaginário. Há mais a ser dito. Existe uma alegria extraordinária que irradia de muitos que sofrem sérias enfermidades, o que contrasta de forma surpreendente com a morosidade de tantas pessoas saudáveis que encontramos no ônibus. Qual é a explicação? Penso que isso ocorre devido ao fato de que suas vidas demandam coragem permanente, um constante expandir da coragem, e como a coragem pertence à economia espiritual, quanto mais a gastamos, mais a temos.


É como uma corrente que os atravessa e produz alegria, a alegria da vitória sobre seu destino. Esta alegria da vitória é algo que encontramos em todos aqueles que completam grandes tarefas, como quem escala até o topo de uma montanha, como os campeões de esportes, mesmo que entrem em colapso, com lágrimas de exaustão no pódio. Além disso, para uma pessoa seriamente comprometida e privada de algo, não é a vitória de um dia e sim a vitória de todo dia. De onde vem o prazer em viver? O prazer se origina mais dos desafios do que das conquistas em si.

A primeira vez que falei sobre o tema da privação foi em um encontro da Associação das Mães Solteiras. A audiência consistia de mulheres que eram viúvas, divorciadas, solteiras ou abandonadas por seus maridos, todas responsáveis pela criação de seus filhos sem a presença dos pais. O que eu queria dizer a elas sobre órfãos poderia ser um encorajamento para a vida de cada uma. Mas não precisavam de encorajamento. Fiquei espantado com a alegria que reinava entre elas. Refleti que elas também precisavam ampliar a coragem em cada dia de suas vidas, dias difíceis, e o segredo da sua alegria impressionante era a corrente de energia espiritual que as atravessava. Mas também havia o fenômeno da comunicação desta coragem, passada de uma para outra, cada percepção da coragem na vida da outra e a contribuição da própria coragem para a vida das demais. Era como uma multiplicação de reflexos em uma sala de espelhos.


A pessoa mais encorajada fui eu. Saí daquele encontro cheio de alegria. Quando a organizadora do evento entregou flores para meu jardim eu senti que ela merecia mais do que eu. Era claro que nada nos inunda de coragem mais do que um homem, mulher ou criança que demonstra coragem exemplar na adversidade. É bem mais efetivo que uma exortação. Parece-me que o mais importante a enfatizar é esta contagiante qualidade de coragem. Vejo tantas pessoas boas que genuinamente tentam resistir a todos os tipos de tentação através da fé em seus ideais, mas que se sentem frágeis perante o contagiante medo do mal, da violência, da injustiça e das mentiras que atacam o mundo. O que podem fazer a respeito disto? Sua obediência diária é valiosa, mas não parece mais do que uma gota perdida em um oceano em meio à tempestade. A bondade contagiante não é tão óbvia. No entanto, uma coisa que não pode ser negligenciada é o efeito contagiante de uma obediência excepcionalmente corajosa.

Na realidade, não penso que devemos exortar pessoas para que sejam corajosas. Para ser frutífera, a coragem deve vir espontaneamente, em resposta a um chamado interior. Consigo enumerar diversas mulheres que tiveram a coragem de desistir da idéia do divórcio em circunstâncias em que o divórcio seria até justificável. Eu não teria o papel de encorajá-las porque eram elas e não eu, que enfrentavam o sofrimento imposto por sua decisão. Jesus nos coloca em alerta sobre colocar sobre os outros, fardos que nós mesmos não carregaríamos (Lucas 11:46). Sempre observei que, quando é Deus quem nos chama para tomar este tipo de decisão, Ele também nos fortalece para suportar as conseqüências.


Paul Tournier

Texto e imagem extraídos da Revista Cristanismo Hoje (http://cristianismohoje.com.br/ch/sofrimento-criativo/)

This is your time - Michael W Smith (Legendado)

Michael W. Smith - Healing Rain (Lengedado em Português)

Dádiva e Gratidão!!!


A cada dia percebo o quanto a vida é menos o que ganhamos, e mais o que recebemos... E o recebemos (de uma perspectiva teológica) nem sempre (ou quase nunca) porque merecemos, trabalhamos, somos honrados, os melhores, e por tudo isso possuímos todo o mérito necessário que nos faz olhar para a situação e pensar: “Puxa, eu realmente mereço estar na posição em que estou, ser quem sou, ter o que eu tenho”. Não...

O caminho de Jesus Cristo me faz enxergar que a vida é dádiva, não possessão, de modo que, se é dádiva, é também entrega, afinal de contas, tudo aquilo que supostamente é meu, conquistado com meu suor e trabalho, na verdade não é...

É, sim, fruto da graça de Deus, por intermédio da fé, a qual, como disse José Miguez Bonino, “não é um novo recurso ‘da carne’, um novo esforço, talvez o mais extraordinário, de nossa existência ensimesmada: é um ato de Deus”. (Ama e faze o que quiseres, p. 72).

Não estou dizendo que tudo cai do céu como num passe de mágica. É claro que todos comemos, bebemos, nos vestimos e nos sustentamos como fruto de nosso trabalho. É óbvio que colhemos o que plantamos – embora nem sempre, já que muitas vezes tenho que colher o que os outros plantam, seja para o bem ou para o mal. O grande erro está na atitude que tenho para com isso, quando passo a tratar a vida como possessão, e não como uma dádiva pela qual devo ser grato, sempre...

E essa gratidão não significa “olhar para o céu”, e simplesmente dizer: “Obrigado Deus”. Implica que, se recebi de graça, de graça também entregarei como princípio do Evangelho. Pela misericórdia fui alcançado para ser misericordioso também com quem necessita. “Bem aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia” (Mt 5.7).

Gostei de um vídeo de Rob Bell, o 23º da série Nooma, chamado “Corner”. Especialmente quando ele, paradoxalmente, diz que “Deus não é justo” e que devemos “espalhar sua injustiça por aí”, solapando o mérito e a suposta “justiça”. Pensando bem, Deus realmente não é justo, pelo menos não da maneira como nós imaginamos que deveria ser, de acordo com nossa idéia de justiça... Foi contra essa idéia que Jesus se opôs aos fariseus. É também contra essa justiça falaciosa que esse vídeo foi feito, a meu ver.

Sendo assim, Deus não seria justo, mas também não seria injusto; Ele é o que é, ou seja, é sempre mais do que podemos pensar ou cogitar teologicamente, embora nunca consigamos fugir de proferir a sentença conceitual: “Deus é...”.

Jonathan

Assistam ao vídeo de Rob Bell no You Tube: http://www.youtube.com/watch?v=g2nrp2L219A

quarta-feira, 22 de julho de 2009

sábado, 18 de julho de 2009

As Obras de Deus!!!!

Leitura:
João 6:25-33

[…] a nossa suficiência vem de Deus. —2 Coríntios 3:5

Quando eu era pastor, costumava ter um pesadelo recorrente. Nos domingos pela manhã eu acordava para proclamar o evangelho durante o culto, olhava para a congregação — e não via ninguém nos bancos!


Não é preciso ser um Daniel (Daniel 2:1,19) ou um terapeuta para interpretar este sonho ou visão. O pesadelo surgiu, pois eu acreditava que tudo dependia de mim. Erroneamente acreditei que se não pregasse com poder e persuasão, a congregação esmoreceria e a igreja fecharia. Eu me achava responsável pelos resultados do trabalho de Deus.


Nos evangelhos lemos que algumas pessoas perguntaram a Jesus, “Que faremos para realizar as obras de Deus?” (João 6:28). Que audácia! Somente Deus pode fazer Suas obras!
A resposta de Jesus nos instrui: “A obra de Deus é esta: que creiais naquele que por ele foi enviado” (João 6:29). Portanto, seja qual for a nossa tarefa; ensinar na escola dominical, liderar um pequeno grupo, compartilhar a história do evangelho com o nosso vizinho ou proclamar o evangelho para as multidões, precisa ser feita pela fé. Não há outra maneira de “realizar as obras de Deus”.


A nossa responsabilidade é servir a Deus fielmente, não importa o lugar onde Ele nos colocou. Devemos deixar os resultados com Ele. Como Jesus lembrou aos Seus discípulos em João 15:5: “[…] sem mim nada podeis fazer.” —DHR

A obra de Cristo na cruz nos capacita a realizar boas obras para Ele.

www.nossoandardiario.com

Aos queridos amigos Psicologos!!!


O psicólogo não adoece, somatiza;

O psicólogo não estuda, sublima;
O psicólogo não dá vexame, surta;
O psicólogo não esquece, abstrai;
O psicólogo não fofoca, transfere;
O psicólogo não tem idéia, tem inshigth;
O psicólogo não resolve problemas, fecha gestált;
O psicólogo não muda de interesse, altera figura-fundo;
O psicólogo não se engana, tem ato falho;
O psicólogo não fala, verbaliza;
O psicólogo não conversa, pontua;
O psicólogo não responde, devolve a pergunta;
O psicólogo não desabafa, tem catarse;
O psicólogo não é indiscreto, é espontâneo;
O psicólogo não dá palpite, oferece alternativa;
O psicólogo não fica triste, sofre angústia;
O psicólogo não acha, intui;
O psicólogo não faz frescura, regride;
O psicólogo não mente, resignifica;
O psicólogo não paquera, estabelece vínculo;
O psicólogo não é gente, é estado de espírito!!!

Frederick Perls

Enviado pela pastora e psicologa
Dorli Terezinha de Mello Rosa

Cinco dicas para fazer escolhas!!




No livro de Isaías está registrada uma frase que toca o meu coração:


“Eu sou o Senhor teu Deus, que te guia pelo caminho em que deves andar.” (Isaías 48.17)


O texto afirma de forma clara: Deus orienta seus filhos em suas decisões. É verdade que Deus não escolhe por nós, mas Ele nos auxilia nas escolhas. Deus diz: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te guia pelo caminho em que deves andar.”
Como Ele faz isso? Através da Bíblia. Deus registrou na Bíblia várias dicas que eu e você precisamos seguir ao fazermos escolhas. Deixe-me mostrar algumas destas dicas.


A primeira dica é esta:

Tome cuidado com a precipitação!
.
Um dos maiores erros que cometemos ao tomarmos uma decisão é agir por impulso - agir com pressa e sem reflexão das conseqüências. Por favor, não me entenda mal. Eu não estou defendendo a procrastinação, que é deixar para depois o que precisa ser feito agora. A procrastinação é pecado, mas a Bíblia afirma que o precipitado erra! Veja o teor de Provérbios 19.2: “Assim como não é bom ficar a alma sem conhecimento, peca aquele que se apressa com seus pés”. Como você vê, agir sem pensar não é bom. Quem se apressa, erra o caminho.


A segunda dica para fazer uma escolha correta é:
Ouça as
pessoas que te amam de verdade!.
Você tem amigos que têm coragem de lhe contrariar, pessoas que lhe amam o suficiente para dizer que você está errado? A Bíblia se posiciona assim sobre o assunto: “Como o ferro com ferro se aguça, assim o homem afia o rosto do seu amigo” (Provérbios 27.17). Ou seja: um amigo de verdade, que nos confronta, é capaz de nos ajudar a fazer escolhas sábias. Em provérbios 11.14, lemos: “Não havendo sábios conselhos, o povo cai, mas na multidão de conselhos há segurança.”



A terceira dica para fazer uma escolha correta é:

Escute
seus líderes!. A Bíblia diz, em Hebreus 13.17: “Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas...”. A verdade principal deste texto aponta para a necessidade de ouvirmos as pessoas que estão exercendo liderança espiritual sobre nós. Precisamos escutar qual é a avaliação destas pessoas. Claro que não estou defendendo a idéia de ter um “guru”, que define o que vamos ou não fazer. O que a Bíblia ministra é que devemos ter pessoas que pastoreiem nossas vidas e que, nas escolhas, podem nos ajudar a avaliar e definir os rumos que daremos à nossa existência. A propósito, você tem pessoas que exercem autoridade espiritual sobre sua vida?


A quarta dica para fazer uma escolha correta é esta:

Tenha
certeza de que nada contraria o Espírito da Bíblia!. Tome cuidado para não contrariar o que Deus já registrou em sua palavra. Se o que você vai fazer contraria a Bíblia, não prossiga! Viva a vida na dimensão de Josué 1.8: “Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido.”


Finalmente, a quinta dica para fazer uma escolha correta é:
Busque o testemunho do Espírito!
. Depois de ter vencido as quatro dicas anteriores, agora busque a paz de Deus através do testemunho do seu Espírito. Faça isto em oração! A Bíblia garante: “O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Romanos 8.16). Ou seja: Deus vai testificar em seu coração que a decisão está certa.


Veja alguns sinais do testemunho do Espírito:

  • Primeiro, não fica dúvida!.
  • Segundo, Ele estabelece a paz!.
  • E em terceiro lugar, as outras pessoas que vivem conosco confirmam e as circunstâncias, independentes de favoráveis ou contrárias, também testemunham!.
Eu estou certo de que a observância dessas dicas da palavra de Deus o levarão a fazer escolhas corretas e a viver melhor!
Pastor J. Jacó Vieira

Para refletir!!!


Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre a vida sistentável.

"Todo mundo "pensando" em deixar um planeta melhor para os filhos... quando é que "pensarão" em deixar filhos melhores para o nosso planeta??

Passe adiante...precisamos começar já!!!

"Uma criançca que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo, vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos inclusive em respeitar o planeta onde vive!!!"


Enviado por Maysa Gargaro

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Os beneficios do PERDÃO!!!

7De maneira que pelo contrário deveis antes perdoar-lhe e consolá-lo, para que o tal não seja de modo algum devorado de demasiada tristeza. 8Por isso vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor. II Coríntios 2:7-9 ACF

Quando compreendemos a cerca do perdão começamos a gozar de diversos beneficios!

O Primeiro beneficio: O Perdão LIBERTA!!


Por que falo de liberdade?
Tenho certeza que em algum momento de sua vida você cometeu algum erro, algo que magoou alguém ou a si mesmo.

E você se sentia amargurado, triste como se estivesse preso a uma situação que o mantinha cativo como que em uma prisão.
Li nesta semana uma frase que me ajudou a entender o sentimento de liberdade e de como ele pode ser gerado.


Mesmo que tenhamos cometido erros gravíssimos no passado, é possível que as pessoas se recuperem e evoluam de modo surpreendente, bastando que encontrem ambiente favorável e, no sorriso das pessoas, uma segunda chance"


Veja que a liberdade pode ser encontrada no ambiente favorável, nas pessoas que nos cercam, na segunda chance, e estas só são possíveis por meio do perdão!
Tanto aqueles que recebem como aqueles que liberam o perdão sentem-se livres para continuar com suas vidas.

Seguir em frente, algo difícil, mas necessário a todos


Como o perdão pode te libertar

  • Quando você decide perdoar, você se beneficia da liberdade para poder se relacionar melhor com as outras pessoas.
  • Quando você decide perdoar, você não sente mais que o passado esta impedindo a construção de seu futuro...



O Segundo benefício do Perdão: O Perdão gera SAÚDE!!


O sofrimento pode se tornar uma doença!
Tantos sofrem por causa de males causados por situações de tristeza, dor e angustia e não são poucos os que sobrem.

Situações que a tempo já deviam de ter sido esquecidas e perdoadas, mas não, continuam ali gerando angustia, dor e triateza.

Vou usar uma frase de Charles H. Spurgeon para entendermos bem este ponto.

"Perdoe e esqueça! Quando você enterra um cachorro louco, não deixa sua cauda de fora da terra."

Exatamente isso queridos, como você pode perdoar parcialmente? Ou você perdoa e esquece ou não!

E a atitude de não perdoar nos deixa cada vez mais amargurados, e como levar uma vida em paz, saudável vivendo assim.

Muitos médicos acreditam que diversas doenças são geradas exatamente por essas raizes de amargura, pessoas depressivas, geralmente tem problemas com perdão. A depressão é apenas uma das doenças psicosomática geradas por nossa mente.



Atitudes de mudança de vida!!

  1. Jamais deixe situações mal resolvidas, sem serem resolvidas!
  2. Tome a inicitiva, isso não diminuirá você em nada!
  3. Perdoe sempre, pois lembre-se o que seria de você sem o perdão diario de Deus em sua vida!
  4. Escolha humildade em vez de orgulho!


Lembre-se: Perdoando você poderá oferecer cura a alguém, e mais do que isso, você estará sendo curado!!

Perdoe e se permita viver o Perdão em sua VIDA!!

Tome posse dos benefícios do PERDÃO e viva cada vez mais próximo a Deus!!!

A DEUS toda a GLÓRIA!!

terça-feira, 30 de junho de 2009

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Graça barata e Graça preciosa!!


Nascido em Breslau, na Alemanha, em 4 de fevereiro de 1906, Dietrich Bonhoeffer foi teólogo, pastor luterano e um dos mentores e signatários da Declaração de Bremen, quando, em 1934, diversos pastores luteranos e reformados formaram a Bekennende Kirche (Igreja Confessante), rejeitando desafiadoramente o nazismo: “Jesus Cristo, e não homem algum ou o Estado, é o nosso único Salvador”.

Seus últimos dois anos foram vividos na Prisão Preventiva do Exército em Tegel, até que, em 9 de abril de 1945, pouco tempo depois do suicídio de Adolf Hitler e apenas três semanas antes que as tropas aliadas libertassem o campo, foi enforcado em virtude de seu engajamento na resistência anti-nazista.

Em sua obra mais famosa, escrita no período de ascensão do nazismo, intitulada “Discipulado”, Bonhoeffer desenvolve o conceito de “graça barata e graça preciosa”, uma das mais belas páginas da teologia protestante. Eis um pequenino trecho:

“A graça barata é a graça que nós dispensamos a nós próprios. A graça barata é a pregação do perdão sem arrependimento, é o batismo sem a disciplina de uma congregação, é a Ceia do Senhor sem confissão dos pecados, é a absolvição sem confissão pessoal. A graça barata é a graça sem discipulado, a graça sem a cruz, a graça sem Jesus Cristo vivo, encarnado.

A graça preciosa é o tesouro oculto no campo, por amor do qual o homem sai e vende com alegria tudo quando tem; a pérola preciosa, a qual o comerciante se desfaz de todos os seus bens para adquiri-la; o governo régio de Cristo, por amor do qual o homem arranca o olho que o escandaliza; o chamado de Jesus Cristo, o qual, ao ouvi-lo, o discípulo larga as suas redes e o segue.

A graça preciosa é o evangelho que há que se procurar sempre de novo, o dom pelo qual se tem que orar, a porta à qual se tem que bater.

A graça é preciosa porque chama ao discipulado, e é graça por chamar ao discipulado de Jesus Cristo; é preciosa por custar a vida ao homem, e é graça por, assim, dar-lhe a vida; é preciosa por condenar o pecado, e é graça por justificar o pecador. Essa graça é sobretudo preciosa por tê-la sido para Deus, por ter custado a Deus a vida de seu Filho – “fostes comprados por preço” – e porque não pode ser barato para nós aquilo que para Deus custou caro. A graça é graça sobretudo por Deus não ter achado que seu Filho fosse preço demasiado caro a pagar pela nossa vida, antes o deu por nós. A graça preciosa é a encarnação de Deus.

A graça preciosa é a graça considerada santuário de Deus, que tem que ser preservado do mundo, não lançado aos cães; e é graça como palavra viva, a palavra de Deus que ele próprio pronuncia de acordo com seu beneplácito. Chega até nós como gracioso chamado ao discipulado de Jesus; vem como palavra de perdão ao espírito angustiado e ao coração esmagado. A graça é preciosa por obrigar o indivíduo a sujeitar-se ao jugo do discipulado de Jesus Cristo. As palavras de Jesus: ‘O meu jugo é suave e o meu fardo é leve’ são expressão da graça [...] A graça e o discipulado permanecem indissoluvelmente ligados”.


terça-feira, 23 de junho de 2009

Reflita!!!


Cantar e pular na igreja, fazem de você um crente, tanto quanto dormir na garagem faz de você um Cadilac!!

Frase do msn do agente do pão!!!Perfeita...rsrs

quinta-feira, 18 de junho de 2009

O que é missão?




“Com quem podemos contar para levar a sério a ordem: ‘Ide e fazei discípulos de todos os povos’?”

É o plano de Deus:
Antes mesmo do mundo ser criado, Deus sabia que o homem iria pecar. Sendo assim, Ele preparou, de antemão, um plano de salvação. Neste plano divino estava o conteúdo da obra missionária, que é o anúncio do Evangelho de salvação ao mundo perdido. (Gn 3:15; Ap 13:8; Ef 1:4 ; 1Tm 1:9; 1Pe 1:19 e 20).
É a ordem de Jesus:
Um dos maiores mandamentos de Jesus registrado nas Escrituras é a ordem de fazer missões (Mc 16:15; Mt 28:19 e 20). Antes da ascensão, sua última ordem foi: “Ide por todo o mundo”. (Mc 16:15).
É a obra do Espírito Santo:
O propósito pelo qual o Espírito Santo foi enviado é capacitar e dirigir a Igreja no avanço da obra missionária (Lc 24:47-49). Todo movimento espiritual que se denomine avivamento e não vise a conquista de almas para Cristo é pura emoção e não unção (At 1:8; 2:1-5,14; 4:5-12,31; 13:1-4).
É dever da Igreja:
Jesus não deixou a responsabilidade da Grande Comissão a nenhuma instituição humana. Antes, privatizou esta importante tarefa à sua amada Igreja (Mt 28:20; Jo 15:16; 17:18-20). Portanto, façamos missões.
É responsabilidade de cada cristão:
Cada cristão tem a responsabilidade de apoiar a obra missionária com oração. (Rm 15:30; Ef 6:18-20; Cl 4:2-4); com contribuição (Fl 4:10-20; 2 Co 9:6 - 14); e evangelização (1Co 9:16; ­­Ez 33:6-8).

quarta-feira, 17 de junho de 2009

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Vida!

Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,
mas também já decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
e amigos que eu nunca mais vi.

Amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
e quebrei a cara muitas vezes!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).

Mas vivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar!

Viva!!

Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" para ser insignificante.

terça-feira, 9 de junho de 2009

A história está pronta? Sim ou Não?


Há três maneiras de responder essa pergunta; três cosmovisões que tentam explicar o mundo, o desenrolar da vida e a esperança futura. Para entender essas cosmovisões, comparemos a criação do universo com a produção de um filme .

Eis as três possibilidades:

1. O universo não é um filme - não há seqüência de eventos. Nessa visão o mundo não é uma construção; toda história e realidade surgiram prontas em um único ato criador; Deus contempla presente, passado e futuro num Eterno Agora. O conceito de liberdade é ilusório, porque não há construção nenhuma ainda por acontecer– tudo já está definido, o futuro é algo já “acontecido”, portanto, imutável e plenamente conhecido.

2. O universo é um filme, porém já criado e produzido. “Podemos nos lamentar sobre as partes ruins, rir das partes engraçadas, mas podemos apenas partilhar a experiência; nada do que fazemos pode mudar o que vemos. Deus criou a terra no tempo, mas ligou o futuro daquela criação à sua mente que tudo sabe; assim o futuro está fixado e é imutável. Essa visão difere da primeira apenas porque permite que o tempo seja um elemento distinto e real em um processo que, se não fosse por isso, seria determinístico”.

3. O universo é o cenário de um filme em andamento – “O diretor sabe muito do que acontecerá no filme, mas os detalhes concernentes à cenas e aos eventos menores são opções dos atores. Esse é o modelo do mundo no qual o tempo é real, e o futuro tem opções dentro de certos limites definidos divinamente” (Pratney, 41).

No primeiro modelo existe fatalismo e a vida acontece agrilhoada às rodas do destino sem ir a lugar nenhum; simplesmente gira sem qualquer propósito – muitas religiões orientais, o budismo por exemplo, se aproximam mais desse modelo.

No segundo modelo, o desenrolar da história segue trilhos fixos e, igual à primeira, nada ou ninguém pode alterar seu curso previamente fixado por Deus. Mulheres e homens podem gozar do privilégio de participar no filme, mas a história chegará ao seu destino com ou sem a participação humana.

No terceiro modelo, Deus ainda não construiu tudo e convida os seres humanos para serem seus “cooperadores” (essa expressão é do apóstolo Paulo, mas eu também gosto de “artesãos”) da história. Não foi uma farsa de Deus dar ao primeiro casal o privilégio de nomear animais e cuidar do jardim.

Nesse modelo, Deus criou o universo, mas livremente decidiu (porque não havia necessidade) que a história seria construída, digamos, “a quatro mãos” – as nossas e as dele.

Algumas culturas acreditaram – a grega foi uma delas – que o mundo existia e fluía a partir de forças impessoais, mas a narrativa judaica da criação demonstra que o universo aconteceu como resultado de um projeto amoroso; por detrás do primeiro “fiat” havia um Deus amoroso.

Concordo com Juan Luis Segundo quando afirma:

“Cada ser humano está estruturado para inventar seu próprio caminho num universo incompleto e colocado nas mãos humanas. Pelo menos em relação a seu sentido. Em outras palavras – em princípio – àquilo que o homem decida fazer com ele e dele” (Segundo, p. 133 - o grifo é meu) .

O significado mais profundo da narrativa bíblica é que Deus, na verdade, apostou na construção da história com a participação humana. Essa aposta, mesmo sabendo da fragilidade e das contingências do humano (ele se lembra que somos pó), foi verdadeira, nunca um jogo.

Alguém poderia negar e dizer que tal parceria seria impossível já que toda a raça humana se corrompeu e só um louco confiaria nela. Mas, na outra face da mesma moeda, torna-se absolutamente fantástico saber que o Todo-Poderoso amorosa e livremente decidiu dividir com gente infinitamente menor do que ele a concretização da história, que aqui chamamos metaforicamente de “filme”.

Volto a Juan Luis Segundo e reverentemente transcrevo suas observações sobre o diálogo construtivo entre Deus e seus filhos:

“O Deus ‘eterno’ chama os homens para dialogar com ele dentro dessa história. Sabemos que todo o universo foi criado para que este diálogo possa existir. Ou seja, para que cada resposta do homem a Deus seja, ‘antes’, apaixonadamente aguardada e ‘depois’ respeitada.

Obviamente, nossa imaginação, essencialmente temporal, não nos mostra como a liberdade de Deus dispôs de seu próprio ser, de modo que possa ouvir, emocionado, com um amor de infinita fidelidade, e com a surpresa contida e inscrita em todo ato de liberdade, a resposta de seu interlocutor.

Não estamos feitos para imaginar um amor, uma surpresa, uma criação sem tempo, sem um antes e um depois. Mas, estamos diante da alternativa lógica: admitimos que tem sentido falar de Deus em termos de ‘sentido’ – ou seja, em categorias temporais – , ou eliminamos o amor, a surpresa, o sentido e, obviamente, todo planejamento divino do universo.

E como insinua Sartre, na frase de As Moscas, várias vezes citada, negamos um Deus monstruosamente impassível e indiferente, para poder dar um mínimo de sentido e dignidade a nosso universo e a nossa liberdade.

Também a teologia joanina do Apocalipse, na última de suas cartas às Igrejas da Ásia Menor (Ap 3.20), apresenta Deus numa atitude que, com toda a lógica, deve estender-se a todo homem livre: ‘Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo’.

A frase na íntegra não teria o menor sentido fora da dimensão temporal... já fiz alusão a esta atitude de Deus para com o homem livre, e a dependência (livre, é claro) que Deus quis ter em relação ao homem. Está vibrando nessas duas letras: ‘se... ‘, que ficariam desprovidas de sentido e incompreensíveis se esse ‘se’ (condicional) não marcasse um antes e um depois na situação – dialogal – de Deus com o ser livre.

Mas, neste momento, interessa-me destacar o que supõe a segunda parte da frase. ‘Estar à porta... ’ significa esperar. E, obviamente, não há espera possível sem tempo. Que será, porém o que Deus espera? Nem mais, nem menos que a boa acolhida de seu interlocutor: entrar, sentar-se à mesa e cear com ele.

Isto fica ainda mais em destaque pelo fato de que a vantagem que o homem via tirar de uma resposta positiva fica como que separada daquilo que Deus espera: ‘... e ele comigo’. E que isto deveria ser esperado (ou apreciado0 pelo interlocutor. Mas, de qualquer modo, a ceia comum iguala a importância do que participam dela. E Deus também espera que essa igualdade modifique a atitude do homem para com Deus, com o mundo e com seus semelhantes” (Segundo, p.544 - grifos meus) .

As Escrituras repetem que Deus fielmente pede que seus filhos não rivalizem com ele na construção da história, mas que se mantenham parceiros. Os profetas choraram lágrimas divinas, porque a história não seguia os rumos antecipados pelo Senhor.

Para Hannah Arendt, a sublime condição humana reside em sua capacidade de construir a história através de três atividades fundamentais: labor, trabalho e ação (Arendt, p.15).

O labor corresponde ao processo biológico do corpo humano, que sustenta a vida - o coração bate, os rins filtram e o cérebro comanda - Gasta-se energia para viver.

O trabalho é o “artificialismo da existência humana”, porque transforma a realidade do mundo natural. O ser humano entra no mundo, o transforma e é por ele transformado. No poema de Vinicius de Moares:

"Cresceu no seu coração
E dentro da tarde mansa
Agigantou-se a razão
De um homem pobre e esquecido
Razão porém que fizera
Em operário construído
O operário em construção".

Mas, a ação é “a única atividade que se exerce diretamente entre os homens sem a mediação das coisas ou da matéria, corresponde à condição humana da pluralidade, ao fato de que homens, e não o Homem, vivem na Terra e habitam o mundo”.

No que Arendt chama de ação, somos autores, criadores (logicamente finitos, mortais e falhos) arquitetos, poetas, romancistas, teólogos, médicos, inventores, atletas. Na ação, transcendemos e damos à nossa existência um valor para além do temporal. Nossa existência tem surpresa, "maravilhamento" - num gesto de gratuidade do criador, podemos fazer a vida bela.

Deus creator” criou o “Homo Faber”, para que ele só sobreviva biologicamente (labor) , não só realize (trabalho); mas, acima de tudo, crie o inédito (ação).

Voltemos a Arendt e com ela, celebremos a fantástica possibilidade de poder fazer história:

“É da natureza do início que se comece algo novo, algo que não pode ser previsto a partir de coisa alguma que tenha ocorrido antes. Este cunho de surpreendente imprevisibilidade é inerente a todo início e a toda origem...

O novo sempre acontece à revelia da esmagadora força das leis estatísticas e de sua probabilidade que, para fins práticos e cotidianos, equivale à certeza; assim, o novo sempre surge sob o disfarce do milagre.

O fato de que o homem é capaz de agir significa que se pode esperar dele o inesperado, que ele é capaz de realizar o infinitamente improvável. E isto, por sua vez, só é possível porque cada homem é singular, de sorte que, a cada nascimento, vem ao mundo algo singularmente novo.

Desse alguém que é singular, pode-se dizer com certeza, que antes dele não havia ninguém. Se a ação, como início, corresponde ao fato do nascimento, se é a efetivação da condição humana da natalidade, o discurso corresponde ao fato da distinção e é a efetivação da condição humana da pluralidade, isto é, do viver como ser distinto e singular entre iguais” (Arendt, p.190 - grifos meus).

Numa história inacabada, Deus continua convidando homens e mulheres para fazerem fluir a justiça como um rio caudaloso num reino da paz.

“Quem enviarei? Quem irá por nós?” – Is.6.8.

Soli Deo Gloria.
Ricardo Gondim

Bibliografia:
Pratney, Winkie - A Natureza e o Caráter de Deus -Editora Vida.
Segundo, Juan Luis - Que Mundo? Que Homem? Que Deus? - Paulinas.
Arendt, Hannah - A Condição Humana - Forense Universitária.



O novo e o milagre



O novo sempre acontece à revelia da esmagadora força das leis estatísticas e de sua probabilidade que, para fins práticos e cotidianos, equivale à certeza; assim, o novo sempre surge sob o disfarce do milagre.