terça-feira, 11 de agosto de 2009

Trailer Filme A Prova de Fogo!!






Pessoal!!

Uma sugestão do Edner e da Simone!

O filme Prova de Fogo (Fireproof) é uma belíssima história sobre fidelidade, amor e companheirismo. Mais um filme dos irmãos Kendrick, criadores do famoso filme Desafiando os Gigantes. Prova de Fogo está fazendo um enorme sucesso nos Estados Unidos, lotando mais de 850 salas de cinema espalhadas por todo o país, sendo muito bem aceito e elogiado pela crítica norte-americana e emocionando milhares de pessoas com sua mensagem.
O filme conta a história de um bombeiro, Caleb Holt (Kirk Cameron). Caleb é um profissional exemplar, porém em seu casamento as coisas não andam nada bem. Depois de aceitar um desafio proposto por seu pai (Através do livro diário O Desafio de Amar), a fim de salvar o seu casamento, Caleb faz um propósito e decide transformar o relacionamento com sua esposa. A partir daí, sua vida começar a mudar e Caleb consegue reacender a chama do amor em seu casamento. Prova de fogo traz ação e emoção para você e toda sua família. Com certeza irá fazer com que você veja a vida de uma maneira diferente.
Um lançamento BV Films!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Lição de vida (legendado)

Estes sim são exemplos a serem seguidos, por mim e por você!!!
Superação, amor, comprometimento, respeito e Fé!!

Exemplo de vida

Reflita sempre em suas atitudes!!!
Que tipo de legado você tem deixado à aqueles que estão ao seu redor???

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Missão Integral!?!?!




Missão Integral?!
Vivemos na integralidade ou na parcialidade da missão dada a nós?

Muito se fala a respeito de Missão Integral, mas poucos sabem exatamente seu significado.
Ed René Kivitz fala sobre a proposta da Missão Integral na revista Eclésia com o artigo “A Missão Integral”
“Sob o imperativo de levar o evangelho todo para o homem todo, para todos os homens, de acordo com o consenso de Lausanne, a Igreja é a comunidade da graça. Comunidade terapêutica; agência de transformação social; sinal histórico do Reino de Deus, instrumentalizada pelo Espírito Santo, enquanto serve incondicionalmente a Jesus Cristo, Rei dos reis, Senhor dos senhores, a quem seja glória eternamente, amém”. Ed René Kivitz

A identidade missionária dentro das igrejas não é algo que se ganha, como um nome, mas é algo que se constroe por meio de ações especificas e direcionadas realizando o “Ide” de forma objetiva visando a busca pelo perdidos e o anuncio do evangelho.

Muitas de nossas igrejas realizam uma tímida ação quando falamos a cerca de missões, algumas por não entenderem com absoluta clareza o que isso significa, outras por comodidade e falta de visão acham que o “arroz e o feijão” feitos ali diariamente já é o suficiente para o crescimento do reino.

Mas se somos cristãos autênticos, entendemos e compreendemos a palavra de Deus, não acredito ser possível se manter imóvel diante de uma humanidade perdida e sem rumo, ávida por algo que lhes dê significado para sua existência. Também não acredito que possamos ficar impassíveis diante das tragédias urbanas e humanas que vemos todos os dias na televisão, na internet, jornais, revista, ou até mesmo ao nosso redor.

Quando falamos de missão integral devemos compreender exatamente o sentido de integralidade que ela propõe, devemos vê-la de forma em que a igreja esteja inserida no todo dentro da sociedade que ela participa.

Que tipo de motivação nutre os nossos corações quando olhamos a cidade? Temos para com a população o olhar compassivo de Cristo, enxergando pessoas sem rumo e sem cuidado (Mt 9.36) ou condenatório pelo não arrependimento diante da manifestação do seu ministério (Mt 11.20-21). (Missão Integral Transformadora, pg. 207)

David Sheppard afirma “a missão urbana é uma das prioridades da tarefa missionária atualmente. Se falharmos aqui, se nos esquecermos da cidade e de suas pressões, não há evangelho que possamos pregar com integridade em outra parte qualquer”. (Missão Integral, pg. 142)


Hoje se igreja deseja ser um instrumento de ação significativa ela não tem como mais envolver-se parcialmente, ela tem que buscar cada dia mais fazer parte da sociedade, sabendo quais suas necessidades e fazendo o seu melhor para supri-las.


Hoje a necessidade que a igreja tem de fazer parte da sociedade em que ela esta inserida é imensa, ela jamais poderá se manter distante ou alheia as circunstancias que a cercam. Seria como se estivéssemos em outro planeta um todo perfeitinho, sem problemas de desigualdades, fome, doenças, sem vidas sendo perdidas a cada segundo, por causa do pouco caso ou do desvalor da vida humana.


Quero fazer parte da geração que faz a diferença que muda a sociedade em que vive e que é capaz de levar o verdadeiro evangelho de Cristo, tão bem descrito por tantos homens e mulheres de Deus.


Partir para a ação é um passo indispensável para se concretizar objetivos que traçamos, não devemos viver apenas no mundo das idéias mas responder o “Ide”de forma integral.
Por isso, para a Missão Integral, o amor a Deus só é possível se este alcança o próximo.

35E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas deles, e pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo. 36 E, vendo as multidões, teve grande compaixão delas, porque andavam cansadas e desgarradas, como ovelhas que não têm pastor. 37 Então, disse aos seus discípulos: A seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros. 38 Rogai, pois, ao Senhor da seara, que mande ceifeiros para a sua seara.
(Mt 9.35-39)


Késia Kelly

O ESPIRRO - (THE SNEEZE) - TV SAÚDE

O ESPIRRO" é uma animação feita para mostrar como acontece a infestação de bactérias, germes e vírus.
A transmissão ocorre através do contato com regiões infectadas pelos agentes invisíveis.
O vídeo é escrito e animado por Francois Chew e dublado pela TV SAÚDE.



Há um ditado que afirma que ninguém nasce feito, nem para a vida, nem para a carreira (vocação), ou qualquer outra instância. Também quanto à fé, ninguém nasce feito. A partir do momento em que a recebemos, quando mudamos de rumo, somos caminhantes, aprendizes, sempre inacabados, sempre trilhando sendas diferentes, dispostos às transformações que se encontram na porta adiante.

A vida na fé é cheia de riscos; sem riscos, não há fé em livre exercício. E fé não exercitada é fé morta. Nosso exercício de fé é sempre baseado no exercício de fé de outras pessoas. Nossa fé, assim, é individual, mas é sempre fé em relação com outros. Logo, não é somente a minha fé, mas a fé de Jesus, de Paulo, de João, Pedro, Maria, Madalena, Carlos, Marcos, Antonio, Valéria, e tantos outros nomes cujas “fés” se juntam à minha nessa caminhada no reino do amor de Deus.

Aprender na fé é aprender de modelos. Nas cartas de Paulo, por exemplo, há seis diferentes passagens em que a palavra “imitadores” (no grego, mimetes) aparece, via de regra, expressando o fato de que não estamos sós nesse caminho. Ele diz: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1Co 11.1). Em outro momento ele afirma o mesmo e completa: “observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (Fp 3.17).


Numa primeira instância, portanto, todos somos imitadores de Cristo. Tentamos andar como ele andou, nos relacionar com as pessoas conforme o modelo que nele vimos, responder ao clamores do mundo ao nosso redor de acordo como ele respondeu ao seu. O nazareno, que andou pela Galiléia, que era filho e aprendiz de carpinteiro, mas também era Filho de Deus e aquele que deu a sua vida por seus amigos – ele é nosso modelo maior. Imitamo-lo por sua graça, pela força que ele supre.


Numa segunda instância, porém, somos imitadores da fé que os outros têm em Cristo. O conhecimento cognitivo de quem foi Cristo e do que ele fazia não explica, ao todo, a existência de tantas pessoas que continuam crendo conforme a fé do crucificado e ressuscitado. A minha fé engendra-se a partir da fé do meu irmão, de como ele a exerce no dia a dia, como lida com a vida, como ama, e o tipo de ser humano que ele é.


Aprendemos de modelos e aprendemos de Jesus, modelos que nele se espelham, neste que continua vivo, caminhante, entre nós, por meio de mim, de você e de nosso próximo... O exercício de uma fé pessoal saudável é insustentável sem a presença do outro, e sem a vida em comunidade.


Jonathan Menezes

Contextualização





Jesus Cristo, verbo eterno e homem universal.


Não há evangelho a parte da experiência humana, fora de uma cultura concreta, a contextualização não é uma mera particularização da mensagem eterna e universal, é a própria plenitude dessa mensagem para um homem definido, participante de um grupo com características bem distintas.


A igreja dentro de determinada cultura, deve encontrar seu modo de ser entre o cuidado em manter a sua identidade e expressar plenamente o seu significado. Precisa aliar ao conhecimento da sua missão, tradição e essência, o conhecimento da cultura que a circunda, a história do povo que a rodeia e os desafios de sua época, adequando-se sabiamente a tudo isso.


Espera-se, portanto, do cristão, duas atitudes igualmente prudentes: em primeiro lugar, uma atitude de celebração e de alegre participação nas atividades culturais que facilitem a plena expressão do evangelho; em segundo, a rejeição enfática de tudo aquilo que venha ameaçar a sua identidade como discípulo de Jesus Cristo.


Podemos dizer que a cultura é os diversos agrupamentos sociais, as idéias e artes, as crenças e os costumes.

Consequentemente a cultura, como manifestação humana, tem a sua legitimação na vontade de Deus.

Uma vez que o homem é criatura de Deus, parte de sua cultura é rica em beleza e bondade. Pelo fato de o homem ter caído, toda a sua cultura (usos e costumes) esta manchada pelo pecado e parte dela é de inspiração demoníaca.

A cultura se organiza através de 3 sistemas integrados: sistema adaptativo (ação do homem sobre a natureza), sistema associativo (modos de organização das relações interpessoais e normas de convívio social), sistema ideológico (idéias – compreensão e experiências).


Há uma dimensão fluida, dinâmica, perante a qual as instituições, inclusive a igreja, precisam se adaptar. O grande desafio da igreja é sobrepor-se aos esquemas rígidos e as teologias estáticas e preparar-se para ser o sal e luz num mundo constantemente em mudança, mantendo sua ligação em Cristo e a fidelidade à palavra de Deus.

A uma tendência do cidadão em desvalorizar as culturas que rejeitam os seus valores ou que apresentam costumes diferentes dos seus.


Algumas vezes o missionário envolvido em missões transculturais se depara com costumes bem diferentes dos seus e precisa tomar decisões serias e de longo alcance sobre normas doutrinarias, organização de igrejas e postulados éticos. Isso exige dele sabedoria cristã e discernimento do Espírito.

O etnocentrismo cultural – tendência de considerar as características de sua própria cultura como parâmetro para todas as demais – tornou o missionário transcultural mais um transplantador cultural do que um proclamador das boas novas.

Saber como e a que se adequar, ou em outras palavras, descobrir os limites do processo de contextualização, é tarefa que exige certo discernimento e o estabelecimento de alguns critérios. Discernir o essencial do acidental, o eterno do temporal, o principio ético da norma legal, não são tarefas aleatórias, norteadas pelos caprichos de um grupo qualquer. São funções de uma igreja que quer continuar sendo igreja de Jesus Cristo, submissa ao Espírito.


A igreja como propósito de Deus carrega uma dimensão transcultural, mas, como comunidade de homens, só existe efetivamente numa situação histórica e cultural. Por ter nascido da vontade de Deus, a igreja é santa, mas como comunidade dos homens é pecadora. A igreja traz em si mesma as marcas da ambigüidade humana e as manchas resultantes do pecado. Por isso, toda a sua proclamação se resume na Graça, dentro de uma postura de humanidade. Eis porque a sua primeira tarefa é consigo mesma: a igreja deve reconhecer a sua ambigüidade e viver em constante autocrítica e conseqüente arrependimento.


O primeiro e único propósito da igreja é a diferença (santidade) e não a semelhança (sincretismo). A santidade da igreja, portanto é o limite absoluto de toda e qualquer contextualização.

A santidade (separação) da igreja, entretanto não é um fim, é o meio para a redenção do mundo.

A três dimensões principais da igreja que devem encontrar sua expressão máxima na cultura onde está incerida: proclamação da redenção total do homem e sua história; o serviço ao homem e à comunidade e a celebração da vida e do amor de Cristo. Pois o evangelho é o anuncio da Graça de Deus em Jesus Cristo, que liberta o homem de todo e qualquer “poder”.

E estas boas novas de libertação são transmitidas pela novidade de vida e pela disposição em servir.


Ao contar histórias, Jesus valorizava a vida do povo como portador de mensagens e lições do Reino, e criava uma identidade e uma base comum para o dialogo, abrindo espaço para que o novo – a presença do reino de Deus – se estabelecesse concretamente no antigo – a existência cotidiana do povo.

Ele tinha grande conhecimento nas escrituras e seu modo de extrair a mensagem do Reino era por meio de acontecimentos corriqueiros, das flores e das arvores, do trabalho do agricultor, da dona de casa e da fuga do filho do fazendeiro. Seu estilo de pregação era reforçado por imagens tiradas da vida cotidiana.


E assim é com a igreja, quando ela participa da cultura ela cresce e ao mesmo tempo isso contribui para libertá-la de seus determinismos e redutores, abrindo-lhe a possibilidade de sair de si mesma ao acrescentar-lhe a dimensão transcultural.


Quando a palavra é levada ela deve ser extremamente clara e contextualizada para que haja uma correspondência real com a cultura na qual ela esta sendo incerida, mas devemos ter cuidado para evitar que na busca pela clareza, o conteúdo se perca.


Uma das tarefas da igreja é facilitar o acesso de todas as pessoas às suas palavras. O evangelho é o anuncio de novas palavras, plenas de significado e de alegria, à velha ordem social.



Késia Kelly

Texto extraido do livro: Um jumentinho na avenida.




quinta-feira, 30 de julho de 2009

Chora Minh' alma.


Chora minh´alma
Te entristece por tua glória vã
Inundada de ferida e trauma
Te esconde ao entrar da manhã

Chora minh´alma
Sofre por tua maldade
Apazigua tua vontade
Te faz respirar

Chora minh´alma
Põe-te ao prumo recordar
Tua angústia, tua dor
Tuas feridas, libertar

Chora minh' alma
E clama por Teu Salvador
Reconhece tua fraqueza
Receba vida e amor


Junior Della Mea

juniordm@gmail.com
Confira mais em: www.viverepensar.wordpress.com

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Deletando aquilo que nos aprisiona!!!


"Mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante" (Filipenses 3.13)

Faço parte de uma comunidade no Orkut cujo nome é: “Sim! Eu deleto sem ler”. É uma comunidade para animais como eu, que apaga certos emails de cara, sem dó. Você também se incomoda em receber tantos emails, encaminhados, com anexo, com ppt, propagandas, lixos desinstrutivos, etc., diariamente? Pois é, bem-vindo(a) ao clube!

Fiquei pensando nesse ato de "deletar": seria tão bom se pudéssemos fazer isso com nossas memórias indesejáveis não é mesmo? Deletar sem ter que ler, lembrar, remoer, sofrer... se amargurar! Mas parece que o que acontece é o contrário, como diz a musica do Pato Fu: “As brigas que ganhei, nem um troféu com lembrança pra casa eu levei; as brigas que perdi, essas sim, eu nunca esqueci, eu nunca esqueci”.

Ela me lembra de duas instâncias: (a) a de quando lido mal com minhas perdas; (b) a de quando tendo a ressentir-me demais do passado. Reconhecer quando isso acontece, é reconhecer que estamos inacabados, no processo. Mas é também ter de reconhecer e aprender que não posso me contentar com esse estado. E que meu aprisionamento ao passado é uma das razões para meu estado de apatia.

Poderíamos chamar isso de “onipresença do passado”: culpas, falta de perdão, fracassos, arrependimentos, a morte de alguém querido, brigas... a lista é interminável. O que podemos fazer com ela? Resta-nos algo a fazer, além de lamentar, chorar, remoer, ficando presos a tais coisas?
Paulo nos convida nesse versículo a “esquecer o que fica para trás”. Será fácil isso? O que isso significa? O quanto de esforço isso demanda? O quanto de paciência isso demanda? O verbo usado em grego é “epilanthanomai”, que significa “perder de mente”, “negligenciar”. O ponto aqui, portanto, é deixar para trás, não permitir-se ser dominado por essas coisas, embora não se possa apagar as lembranças.

Após algumas poucas experiências com isso, cheguei a uma consideração parcial: “esquecer” não significa “deletar de cara”, mas estar disposto a isso, e entregar a quem efetivamente detém tanto querer quanto o realizar: Deus. Sem querer ensinar como nem quando Deus tem que fazer. Ele sabe... Não subestimemos o poder que Deus tem de suavemente nos livrar de nossos fardos. Se não damos conta de esquecer ou "deletar", entreguemos a Ele, e o mais, creia, Ele, oportunamente, fará!

Jonathan

Sofrimento criativo!!!!


Existem pessoas que constantemente se preocupam se terão coragem de enfrentar isto ou aquilo quando envelhecerem: uma doença devastadora, incertezas ou a morte do cônjuge. Procuro sempre reafirmar a elas que enquanto a provação não está lá, a coragem também não estará. E elas serão, provavelmente, aquelas pessoas a enfrentar as provações que vierem com mais coragem.

Diversas vezes fiquei maravilhado com os recursos de coragem que as pessoas ansiosas e preocupadas revelam quando têm que enfrentar a provação real e não o fantasma da provação que povoa seu imaginário. Há mais a ser dito. Existe uma alegria extraordinária que irradia de muitos que sofrem sérias enfermidades, o que contrasta de forma surpreendente com a morosidade de tantas pessoas saudáveis que encontramos no ônibus. Qual é a explicação? Penso que isso ocorre devido ao fato de que suas vidas demandam coragem permanente, um constante expandir da coragem, e como a coragem pertence à economia espiritual, quanto mais a gastamos, mais a temos.


É como uma corrente que os atravessa e produz alegria, a alegria da vitória sobre seu destino. Esta alegria da vitória é algo que encontramos em todos aqueles que completam grandes tarefas, como quem escala até o topo de uma montanha, como os campeões de esportes, mesmo que entrem em colapso, com lágrimas de exaustão no pódio. Além disso, para uma pessoa seriamente comprometida e privada de algo, não é a vitória de um dia e sim a vitória de todo dia. De onde vem o prazer em viver? O prazer se origina mais dos desafios do que das conquistas em si.

A primeira vez que falei sobre o tema da privação foi em um encontro da Associação das Mães Solteiras. A audiência consistia de mulheres que eram viúvas, divorciadas, solteiras ou abandonadas por seus maridos, todas responsáveis pela criação de seus filhos sem a presença dos pais. O que eu queria dizer a elas sobre órfãos poderia ser um encorajamento para a vida de cada uma. Mas não precisavam de encorajamento. Fiquei espantado com a alegria que reinava entre elas. Refleti que elas também precisavam ampliar a coragem em cada dia de suas vidas, dias difíceis, e o segredo da sua alegria impressionante era a corrente de energia espiritual que as atravessava. Mas também havia o fenômeno da comunicação desta coragem, passada de uma para outra, cada percepção da coragem na vida da outra e a contribuição da própria coragem para a vida das demais. Era como uma multiplicação de reflexos em uma sala de espelhos.


A pessoa mais encorajada fui eu. Saí daquele encontro cheio de alegria. Quando a organizadora do evento entregou flores para meu jardim eu senti que ela merecia mais do que eu. Era claro que nada nos inunda de coragem mais do que um homem, mulher ou criança que demonstra coragem exemplar na adversidade. É bem mais efetivo que uma exortação. Parece-me que o mais importante a enfatizar é esta contagiante qualidade de coragem. Vejo tantas pessoas boas que genuinamente tentam resistir a todos os tipos de tentação através da fé em seus ideais, mas que se sentem frágeis perante o contagiante medo do mal, da violência, da injustiça e das mentiras que atacam o mundo. O que podem fazer a respeito disto? Sua obediência diária é valiosa, mas não parece mais do que uma gota perdida em um oceano em meio à tempestade. A bondade contagiante não é tão óbvia. No entanto, uma coisa que não pode ser negligenciada é o efeito contagiante de uma obediência excepcionalmente corajosa.

Na realidade, não penso que devemos exortar pessoas para que sejam corajosas. Para ser frutífera, a coragem deve vir espontaneamente, em resposta a um chamado interior. Consigo enumerar diversas mulheres que tiveram a coragem de desistir da idéia do divórcio em circunstâncias em que o divórcio seria até justificável. Eu não teria o papel de encorajá-las porque eram elas e não eu, que enfrentavam o sofrimento imposto por sua decisão. Jesus nos coloca em alerta sobre colocar sobre os outros, fardos que nós mesmos não carregaríamos (Lucas 11:46). Sempre observei que, quando é Deus quem nos chama para tomar este tipo de decisão, Ele também nos fortalece para suportar as conseqüências.


Paul Tournier

Texto e imagem extraídos da Revista Cristanismo Hoje (http://cristianismohoje.com.br/ch/sofrimento-criativo/)

This is your time - Michael W Smith (Legendado)

Michael W. Smith - Healing Rain (Lengedado em Português)

Dádiva e Gratidão!!!


A cada dia percebo o quanto a vida é menos o que ganhamos, e mais o que recebemos... E o recebemos (de uma perspectiva teológica) nem sempre (ou quase nunca) porque merecemos, trabalhamos, somos honrados, os melhores, e por tudo isso possuímos todo o mérito necessário que nos faz olhar para a situação e pensar: “Puxa, eu realmente mereço estar na posição em que estou, ser quem sou, ter o que eu tenho”. Não...

O caminho de Jesus Cristo me faz enxergar que a vida é dádiva, não possessão, de modo que, se é dádiva, é também entrega, afinal de contas, tudo aquilo que supostamente é meu, conquistado com meu suor e trabalho, na verdade não é...

É, sim, fruto da graça de Deus, por intermédio da fé, a qual, como disse José Miguez Bonino, “não é um novo recurso ‘da carne’, um novo esforço, talvez o mais extraordinário, de nossa existência ensimesmada: é um ato de Deus”. (Ama e faze o que quiseres, p. 72).

Não estou dizendo que tudo cai do céu como num passe de mágica. É claro que todos comemos, bebemos, nos vestimos e nos sustentamos como fruto de nosso trabalho. É óbvio que colhemos o que plantamos – embora nem sempre, já que muitas vezes tenho que colher o que os outros plantam, seja para o bem ou para o mal. O grande erro está na atitude que tenho para com isso, quando passo a tratar a vida como possessão, e não como uma dádiva pela qual devo ser grato, sempre...

E essa gratidão não significa “olhar para o céu”, e simplesmente dizer: “Obrigado Deus”. Implica que, se recebi de graça, de graça também entregarei como princípio do Evangelho. Pela misericórdia fui alcançado para ser misericordioso também com quem necessita. “Bem aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia” (Mt 5.7).

Gostei de um vídeo de Rob Bell, o 23º da série Nooma, chamado “Corner”. Especialmente quando ele, paradoxalmente, diz que “Deus não é justo” e que devemos “espalhar sua injustiça por aí”, solapando o mérito e a suposta “justiça”. Pensando bem, Deus realmente não é justo, pelo menos não da maneira como nós imaginamos que deveria ser, de acordo com nossa idéia de justiça... Foi contra essa idéia que Jesus se opôs aos fariseus. É também contra essa justiça falaciosa que esse vídeo foi feito, a meu ver.

Sendo assim, Deus não seria justo, mas também não seria injusto; Ele é o que é, ou seja, é sempre mais do que podemos pensar ou cogitar teologicamente, embora nunca consigamos fugir de proferir a sentença conceitual: “Deus é...”.

Jonathan

Assistam ao vídeo de Rob Bell no You Tube: http://www.youtube.com/watch?v=g2nrp2L219A

quarta-feira, 22 de julho de 2009

sábado, 18 de julho de 2009

As Obras de Deus!!!!

Leitura:
João 6:25-33

[…] a nossa suficiência vem de Deus. —2 Coríntios 3:5

Quando eu era pastor, costumava ter um pesadelo recorrente. Nos domingos pela manhã eu acordava para proclamar o evangelho durante o culto, olhava para a congregação — e não via ninguém nos bancos!


Não é preciso ser um Daniel (Daniel 2:1,19) ou um terapeuta para interpretar este sonho ou visão. O pesadelo surgiu, pois eu acreditava que tudo dependia de mim. Erroneamente acreditei que se não pregasse com poder e persuasão, a congregação esmoreceria e a igreja fecharia. Eu me achava responsável pelos resultados do trabalho de Deus.


Nos evangelhos lemos que algumas pessoas perguntaram a Jesus, “Que faremos para realizar as obras de Deus?” (João 6:28). Que audácia! Somente Deus pode fazer Suas obras!
A resposta de Jesus nos instrui: “A obra de Deus é esta: que creiais naquele que por ele foi enviado” (João 6:29). Portanto, seja qual for a nossa tarefa; ensinar na escola dominical, liderar um pequeno grupo, compartilhar a história do evangelho com o nosso vizinho ou proclamar o evangelho para as multidões, precisa ser feita pela fé. Não há outra maneira de “realizar as obras de Deus”.


A nossa responsabilidade é servir a Deus fielmente, não importa o lugar onde Ele nos colocou. Devemos deixar os resultados com Ele. Como Jesus lembrou aos Seus discípulos em João 15:5: “[…] sem mim nada podeis fazer.” —DHR

A obra de Cristo na cruz nos capacita a realizar boas obras para Ele.

www.nossoandardiario.com

Aos queridos amigos Psicologos!!!


O psicólogo não adoece, somatiza;

O psicólogo não estuda, sublima;
O psicólogo não dá vexame, surta;
O psicólogo não esquece, abstrai;
O psicólogo não fofoca, transfere;
O psicólogo não tem idéia, tem inshigth;
O psicólogo não resolve problemas, fecha gestált;
O psicólogo não muda de interesse, altera figura-fundo;
O psicólogo não se engana, tem ato falho;
O psicólogo não fala, verbaliza;
O psicólogo não conversa, pontua;
O psicólogo não responde, devolve a pergunta;
O psicólogo não desabafa, tem catarse;
O psicólogo não é indiscreto, é espontâneo;
O psicólogo não dá palpite, oferece alternativa;
O psicólogo não fica triste, sofre angústia;
O psicólogo não acha, intui;
O psicólogo não faz frescura, regride;
O psicólogo não mente, resignifica;
O psicólogo não paquera, estabelece vínculo;
O psicólogo não é gente, é estado de espírito!!!

Frederick Perls

Enviado pela pastora e psicologa
Dorli Terezinha de Mello Rosa

Cinco dicas para fazer escolhas!!




No livro de Isaías está registrada uma frase que toca o meu coração:


“Eu sou o Senhor teu Deus, que te guia pelo caminho em que deves andar.” (Isaías 48.17)


O texto afirma de forma clara: Deus orienta seus filhos em suas decisões. É verdade que Deus não escolhe por nós, mas Ele nos auxilia nas escolhas. Deus diz: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te guia pelo caminho em que deves andar.”
Como Ele faz isso? Através da Bíblia. Deus registrou na Bíblia várias dicas que eu e você precisamos seguir ao fazermos escolhas. Deixe-me mostrar algumas destas dicas.


A primeira dica é esta:

Tome cuidado com a precipitação!
.
Um dos maiores erros que cometemos ao tomarmos uma decisão é agir por impulso - agir com pressa e sem reflexão das conseqüências. Por favor, não me entenda mal. Eu não estou defendendo a procrastinação, que é deixar para depois o que precisa ser feito agora. A procrastinação é pecado, mas a Bíblia afirma que o precipitado erra! Veja o teor de Provérbios 19.2: “Assim como não é bom ficar a alma sem conhecimento, peca aquele que se apressa com seus pés”. Como você vê, agir sem pensar não é bom. Quem se apressa, erra o caminho.


A segunda dica para fazer uma escolha correta é:
Ouça as
pessoas que te amam de verdade!.
Você tem amigos que têm coragem de lhe contrariar, pessoas que lhe amam o suficiente para dizer que você está errado? A Bíblia se posiciona assim sobre o assunto: “Como o ferro com ferro se aguça, assim o homem afia o rosto do seu amigo” (Provérbios 27.17). Ou seja: um amigo de verdade, que nos confronta, é capaz de nos ajudar a fazer escolhas sábias. Em provérbios 11.14, lemos: “Não havendo sábios conselhos, o povo cai, mas na multidão de conselhos há segurança.”



A terceira dica para fazer uma escolha correta é:

Escute
seus líderes!. A Bíblia diz, em Hebreus 13.17: “Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas...”. A verdade principal deste texto aponta para a necessidade de ouvirmos as pessoas que estão exercendo liderança espiritual sobre nós. Precisamos escutar qual é a avaliação destas pessoas. Claro que não estou defendendo a idéia de ter um “guru”, que define o que vamos ou não fazer. O que a Bíblia ministra é que devemos ter pessoas que pastoreiem nossas vidas e que, nas escolhas, podem nos ajudar a avaliar e definir os rumos que daremos à nossa existência. A propósito, você tem pessoas que exercem autoridade espiritual sobre sua vida?


A quarta dica para fazer uma escolha correta é esta:

Tenha
certeza de que nada contraria o Espírito da Bíblia!. Tome cuidado para não contrariar o que Deus já registrou em sua palavra. Se o que você vai fazer contraria a Bíblia, não prossiga! Viva a vida na dimensão de Josué 1.8: “Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido.”


Finalmente, a quinta dica para fazer uma escolha correta é:
Busque o testemunho do Espírito!
. Depois de ter vencido as quatro dicas anteriores, agora busque a paz de Deus através do testemunho do seu Espírito. Faça isto em oração! A Bíblia garante: “O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Romanos 8.16). Ou seja: Deus vai testificar em seu coração que a decisão está certa.


Veja alguns sinais do testemunho do Espírito:

  • Primeiro, não fica dúvida!.
  • Segundo, Ele estabelece a paz!.
  • E em terceiro lugar, as outras pessoas que vivem conosco confirmam e as circunstâncias, independentes de favoráveis ou contrárias, também testemunham!.
Eu estou certo de que a observância dessas dicas da palavra de Deus o levarão a fazer escolhas corretas e a viver melhor!
Pastor J. Jacó Vieira

Para refletir!!!


Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre a vida sistentável.

"Todo mundo "pensando" em deixar um planeta melhor para os filhos... quando é que "pensarão" em deixar filhos melhores para o nosso planeta??

Passe adiante...precisamos começar já!!!

"Uma criançca que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo, vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos inclusive em respeitar o planeta onde vive!!!"


Enviado por Maysa Gargaro

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Os beneficios do PERDÃO!!!

7De maneira que pelo contrário deveis antes perdoar-lhe e consolá-lo, para que o tal não seja de modo algum devorado de demasiada tristeza. 8Por isso vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor. II Coríntios 2:7-9 ACF

Quando compreendemos a cerca do perdão começamos a gozar de diversos beneficios!

O Primeiro beneficio: O Perdão LIBERTA!!


Por que falo de liberdade?
Tenho certeza que em algum momento de sua vida você cometeu algum erro, algo que magoou alguém ou a si mesmo.

E você se sentia amargurado, triste como se estivesse preso a uma situação que o mantinha cativo como que em uma prisão.
Li nesta semana uma frase que me ajudou a entender o sentimento de liberdade e de como ele pode ser gerado.


Mesmo que tenhamos cometido erros gravíssimos no passado, é possível que as pessoas se recuperem e evoluam de modo surpreendente, bastando que encontrem ambiente favorável e, no sorriso das pessoas, uma segunda chance"


Veja que a liberdade pode ser encontrada no ambiente favorável, nas pessoas que nos cercam, na segunda chance, e estas só são possíveis por meio do perdão!
Tanto aqueles que recebem como aqueles que liberam o perdão sentem-se livres para continuar com suas vidas.

Seguir em frente, algo difícil, mas necessário a todos


Como o perdão pode te libertar

  • Quando você decide perdoar, você se beneficia da liberdade para poder se relacionar melhor com as outras pessoas.
  • Quando você decide perdoar, você não sente mais que o passado esta impedindo a construção de seu futuro...



O Segundo benefício do Perdão: O Perdão gera SAÚDE!!


O sofrimento pode se tornar uma doença!
Tantos sofrem por causa de males causados por situações de tristeza, dor e angustia e não são poucos os que sobrem.

Situações que a tempo já deviam de ter sido esquecidas e perdoadas, mas não, continuam ali gerando angustia, dor e triateza.

Vou usar uma frase de Charles H. Spurgeon para entendermos bem este ponto.

"Perdoe e esqueça! Quando você enterra um cachorro louco, não deixa sua cauda de fora da terra."

Exatamente isso queridos, como você pode perdoar parcialmente? Ou você perdoa e esquece ou não!

E a atitude de não perdoar nos deixa cada vez mais amargurados, e como levar uma vida em paz, saudável vivendo assim.

Muitos médicos acreditam que diversas doenças são geradas exatamente por essas raizes de amargura, pessoas depressivas, geralmente tem problemas com perdão. A depressão é apenas uma das doenças psicosomática geradas por nossa mente.



Atitudes de mudança de vida!!

  1. Jamais deixe situações mal resolvidas, sem serem resolvidas!
  2. Tome a inicitiva, isso não diminuirá você em nada!
  3. Perdoe sempre, pois lembre-se o que seria de você sem o perdão diario de Deus em sua vida!
  4. Escolha humildade em vez de orgulho!


Lembre-se: Perdoando você poderá oferecer cura a alguém, e mais do que isso, você estará sendo curado!!

Perdoe e se permita viver o Perdão em sua VIDA!!

Tome posse dos benefícios do PERDÃO e viva cada vez mais próximo a Deus!!!

A DEUS toda a GLÓRIA!!