sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Sombras da Alma - DVD: LAMPEJOS

O ministério é duro!

Como conhecer Jesus?


Quando o Dr. W. Arn estudou os novos convertidos dos Estados Unidos, ele descobriu que 70 a 80% deles tornaram-se membros de igrejas porque foram convidados por parentes e amigos.

(Revista Atos - Abril-Junho/2002)

Frases sobre evangelismo


As frases sobre o evangelismo mostram o valor de missões e despertam e incentivam as pessoas para a nobre tarefa de evangelismo.

Walter B. Knight:
"Quando Jesus diz: "Vinde" - Ele vem nos encontrar.
Quando Ele diz: "Ide" - Ele vai conosco."

De um amado de Deus:
"Somente é evangélica a igreja que evangeliza."


Adoniran Judson:
"Muitos crentes consagrados jamais atingirão os campos missionários com os seus próprios pés, mas poderão
alcançá-los com os seus joelhos."


Mack B. Stokes:
"Aqueles que pregam e ensinam sobre Cristo sofrerão e serão fortemente tentados. Não podem fazer a sua obra sem o "poder do alto" prometido pelo Senhor ressuscitado."

David J. Hesselgrave:
"Se quiseres fazer alguma coisa para durar uma estação, plante flores;
Se quiseres fazer alguma coisa para durar uma vida, plante árvores;
Se quiseres fazer alguma coisa para durar uma eternidade, plante igrejas."


Elton Trueblood:
"O evangelismo ocorre quando o crente fica tão inflamado em contato com o fogo central de Cristo, que, por sua vez, põe fogo nos outros."

Charles Haddon Spurgeon:
"Se os pecadores serão condenados, que eles o sejam pelo menos passando por cima de nossos corpos. Se os pecadores hão de perecer, que eles o façam pelo menos tendo os nossos braços a agarrar-lhes os joelhos, implorando que fiquem. Se o inferno tem de ser cheio, que o seja pelo menos contra o vigor de nossos esforços, e não permitamos que ninguém vá para o inferno sem que o tenhamos advertido e por ele tenhamos orado."


De um amado de Deus:
"Você pode evangelizar sem amar, mas você não pode amar sem evangelizar."

Dick Hills:
"Cada coração com Cristo é um missionário e cada coração sem Cristo é um campo missionário."

R.A. Torrey:
"Levar os homens à aceitação de Cristo como Salvador e Senhor é a única razão de os cristãos terem sido deixados no mundo."

Dawith L. Moody:
"Ganhar almas para Cristo é o meu negócio."

Conde Zinzendorf:
"Meu destino é proclamar a mensagem, sem importar-me com as conseqüências para mim mesmo."

De um amado de Deus:
"A obra de Deus no início é difícil, depois torna-se impossível e, então é realizada."


David Brainerd:
Declaro, agora, que estou morrendo, que não teria gasto minha vida de outro modo, ainda que em troca do mundo inteiro."

De um amado de Deus
(escrito acima da porta de uma igreja, do lado de dentro):

"Ao atravessarmos esta porta, entramos no campo missionário."

Dwight L. Moody:
"De cem homens, um lerá a Bíblia; noventa e nove lerão o cristão."


fonte: http://www.absvida.com.br/frases_sobre_evangelismo.html


A minha Graça te basta...



“... porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (1Co 12.9).


Sempre fui ensinado a não duvidar nem pôr em cheque o valor da Palavra de Deus. Isso, pois tenho boas razões para crer que, se assim o fizer, não sairei decepcionado, afinal ela provém de Deus. Todavia, a cada dia que passa me convenço de que a não decepção é uma das presunções mais tolas que alguém pode nutrir, porque elas acontecem o tempo todo, não é mesmo?


Por razões obvias ou tácitas, grandes ou pequenas, importantes ou banais, o fato é que estamos fartos delas. E isso ocorre não porque haja algum indício verdadeiro na existência ou na Bíblia que me prometa aquilo que não pode cumprir, tal como muitos políticos os fazem. Mas há um forte indício de que eu tendo a criar uma expectativa grande demais ou ilusória a respeito de mim mesmo, dessa existência, de Deus, dos outros, e essa é uma das fontes de minhas decepções.


Em certa época de minha infância eu nutri a expectativa de ganhar uma bicicleta. Meus pais não prometeram, aliás, eles até adiantaram algumas vezes que isso jamais aconteceria. Porém, natal após natal, aniversário após aniversário, a expectativa permanecia, e com ela, sua não realização, e a grande decepção... Tive que aprender a duras penas que nem sempre meus ensejos interiores corresponderiam à realidade, às condições externas e ou à vontade de Deus pra mim.
Depois de um tempo eu até tive uma bicicleta, mas esse não é o ponto, é? Porque outros anseios tomam lugar, eles são de uma fonte inesgotável, de modo que permanece a sensação de que nada é suficiente o bastante para aquietar meu eu que sempre quer mais, e mais...


Esse é um de meus espinhos na carne, que me dá “bom dia” quando acordo e “boa noite” quando me deito. É como um parasita que não sai, porque veio talvez para ficar de vez. Identifico-me com o pedido de Paulo: “Três vezes pedi que o arrancasse”. É insuportável conviver com isso, então arranca-o de mim, afasta de mim esse cálice! E mesmo quando, como Paulo, reconheço uma razão plausível para sua permanência, ainda assim prefiro não ter de conviver com o espinho.


E a resposta de Deus vem demolir minhas falsas pretensões e expectativas de que as coisas poderiam ser facilitadas para o meu lado: “A minha graça é suficiente pra você”. Daí, entendo que o papel de Deus não é o de dar um jeitinho nas coisas como num passe de mágica, mas o de Ser-presente sempre a meu lado, usando situações, favoráveis ou desfavoráveis a meus olhos, para meu crescimento, e aperfeiçoando seu poder por meio de minhas fraquezas.


Paradoxal, não? Estamos acostumados a ouvir que poder é sinônimo de força. Mas isso NÃO vale para uma vida na e pela graça, pois tal vida só “é” na graça, e ponto; não há nada a mais, ela basta, ela é melhor que a própria vida, pois sem a graça não há vida. De tal maneira que todos os dias em que tenho de ter face a face com o espinho, peço a Deus forças para me convencer, um pouco mais, outra vez, que a sua graça me basta, é suficiente para mim.


Isso me conduz a uma vida de honestidade, que passa pela aceitação e celebração de quem eu sou e da vida que me foi dada, com suas rosas e... Espinhos! Era pra ser assim; o espinho, seja lá ele de que natureza for, talvez tenha mesmo de permanecer para me esbofetear e lembrar-me sempre que dependo do Senhor. Nessas horas, posso lembrar dos versos da canção de Stenio Marcius, que interpreta poeticamente o texto de Paulo:


Às vezes parece que estou só e vencido, mas ao olhar vejo o meu Senhor, olhando para mim e dizendo, dizendo assim: a minha graça, a minha graça te basta, te basta, te basta; Porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. A minha graça te basta, te basta, te basta, porque quando sou fraco é que sou forte, que sou forte, que sou forte”.


Jonathan Menezes
Professor ISBL


quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Café da manhã no McDonald's.


Sou mãe de três crianças (14, 12 e 3 anos) e recentemente terminei a minha faculdade. A última aula que assisti foi de sociologia...

O professor dava as aulas de uma maneira inspiradora, de uma maneira que eu gostaria que todos os seres humanos também pudessem ser.
O último projeto do curso era simplesmente chamado "Sorrir".....

A classe foi orientada a sair e sorrir para três estranhos e documentar suas reações...

Sou uma pessoa bastante amigável e normalmente sorrio para todos e digo oi de qualquer forma. Então, achei que isto seria muito tranquilo para mim...
Após o trabalho ser passado para nós, fui com meu marido e o mais novo de meus filhos numa manhã fria de Março ao McDonald's. Foi apenas uma maneira de passarmos um tempo agradável com o nosso filho...

Estávamos esperando na fila para sermos atendidos, quando de repente todos a nosso redor começaram a ir para trás, e então o meu marido também fez o mesmo...
Não me movi um centímetro...

Um sentimento arrebatador de pânico tomou conta de mim, e me virei para ver a razão pela qual todos se afastaram...


Quando me virei, senti um cheiro muito forte de uma pessoa que não toma banho há muitos dias, e lá estava na fila dois pobres sem-teto.
Quando eu olhei ao pobre coitado, próximo a mim, ele estava "sorrindo"...

Seus olhos azuis estavam cheios da Luz de Deus, pois ele estava buscando apenas aceitação...
Ele disse, Bom dia!, enquanto contava as poucas moedas que ele tinha amealhado...

O segundo homem tremia suas mãos, e ficou atrás de seu amigo... Eu percebi que o segundo homem tinha problemas mentais e o senhor de olhos azuis era sua salvação..

Eu segurei minhas lágrimas, enquanto estava lá, parada, olhando para os dois... A jovem mulher no balcão perguntou-os o que eles queriam...

Ele disse, "Café já está bom, por favor...", pois era tudo o que eles podiam comprar com as poucas moedas que possuiam... (Se eles quisessem apenas se sentar no restaurante para se esquentar naquela fria manhã de março, deveriam comprar algo. Ele apenas queria se esquentar)...

Então eu realmente sucumbi àquele momento, quase abraçando o pequeno senhor de olhos azuis...
Foi aí que notei que todos os olhos no restaurante estavam sobre mim, julgando cada pequena ação minha...

Eu sorri e pedi à moça no balcão que me desse mais duas refeições de café da manhã em uma bandeja separada...
Então, olhei em volta e vi a mesa em que os dois homens se sentaram para descansar... Coloquei a bandeja na mesa e coloquei minha mão sobre a mão do senhor de olhos azuis... Ele olhou para mim, com lágrimas nos olhos e me disse, "Obrigado!!" Eu me inclinei, acariciei sua mão e disse "Não fui eu quem fiz isto por você, Deus está aqui trabalhando através de mim para dar a você esperança!!"

Comecei a chorar enquanto me afastava deles para sentar com meu marido e meu filho...

Quando eu me sentei, meu marido sorriu para mim e me disse, "Esta é a razão pela qual Deus me deu você, querida, para que eu pudesse ter esperança!!"...
Seguramos nossas mãos por um momento, e sabíamos que pudemos dar aos outros hoje algo pois Deus nos tem dado muito.....

Nós não vamos muito à Igreja, porém acreditamos em Deus...
Aquele dia, me foi mostrada a Luz do Doce Amor de Deus... Retornei à aula na faculdade, na última noite de aula, com esta história em minhas mãos. Eu entreguei "meu projeto" ao professor e ele o leu...

E então, ele me perguntou: "Posso dividir isto com a classe?"
Eu consenti enquanto ele chamava a atenção da classe para o assunto... Ele começou a ler o projeto para a classe e aí percebi que como seres humanos e como partes de Deus nós dividimos esta necessidade de curarmos pessoas e de sermos curados... Do meu jeito, eu consegui tocar algumas pessoas no McDonald's, meu filho e o professor, e cada alma que dividia a classe comigo na última noite que passei como estudante universitária... Eu me graduei com uma das maiores lições que certamente aprenderei:

ACEITAÇÃO INCONDICIONAL.

Que muito amor e muita compaixão seja enviada a todos que lerem esta mensagem e aprenderem a:


AMAR AS PESSOAS E USAR AS COISAS
E NÃO AMAR AS COISAS E USAR AS PESSOAS...
Autor desconhecido!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Interceda pelos muçulmanos


Querido amigo, estamos no mês do Ramadã para os Muçulmanos, e gostaríamos de motivar você a interceder por este povo. Para conhece mais sobre o Ramadã e seus rituais e a necessidade de como igreja nos levantarmos em oração, pedimos que entre no site www.orepelaafrica.com.br e leia mais sobre esta religião seus costumes e Interceda!

Obrigada(o) por se importar com as pessoas que nunca ouviram sobre o nosso Deus Verdadeiro.

Com muito carinho,

Seus missionários...

EDILSON E SOLANGE SILVA
EDILSON E SOLANGE SILVA
edilsonange@ibest.com.br
info@miaf.org.br
(43) 3357-1200 Miaf
(43) 9129-3281 Solange
(43) 8816-0191 Edilson

Narguilé pode ser 450 vezes mais perigoso do que o cigarro, diz estudo

Uma pesquisa britânica afirma que o narguilé (o tradicional cachimbo de água, comum no Oriente Médio) é tão prejudicial à saúde quanto o cigarro.

O estudo do Tobacco Control Collaborating Centre afirmou que as pessoas que fumam narguilé podem sofrer com os altos níveis de monóxido de carbono (CO).

"Descobrimos que uma sessão fumando o narguilé - isto é, 10 miligramas (de tabaco) por 30 minutos - resulta em níveis de monóxido de carbono quatro ou cinco vezes mais altos do que fumar um cigarro", afirmou Hilary Wareing, uma das diretoras do centro de pesquisa.

"Mas, na pior das hipóteses, o narguilé era 400 a 450 vezes mais perigoso do que fumar um cigarro", acrescentou.

O narguilé é um cachimbo de água no qual o tabaco com aroma de frutas é queimado, com o uso de carvão, passa por uma vasilha de água enfeitada e é fumado por meio de uma mangueira.

Prejudicial à saúde

O Departamento Britânico de Saúde afirmou que é difícil saber exatamente o quanto de monóxido de carbono um cigarro produz, devido à diferença na inalação dos fumantes.

Mas, a medida do monóxido de carbono no hálito exalado mostrou que o nível normal medido em um não fumante foi de três partes de CO por um milhão de partes de ar (ppm), (o que afetou menos de 1% de seu sangue), um fumante que consome menos cigarros teve 10-20 ppm (2% a 4% do sangue afetado), e um fumante com alto consumo de cigarros teve 30-40 ppm (entre 5% e 7% do sangue afetado).

O estudo descobriu que a pessoa que fuma o narguilé tinha 40-70 ppm de monóxido de carbono, o que afeta entre 8% e 12% do sangue e é um nível ainda maior do que os fumantes que consomem muito cigarro.

Paul Hooper, gerente regional do Departamento de Saúde, afirmou que estas descobertas fazem com que o narguilé se transforme em uma "grande questão" de saúde.

De acordo com Hooper, muitos afirmam até que narguilé "não é o mesmo que fumar".

Ideia errada

Os bares de narguilé são populares em Londres, Manchester e Birmingham, atraindo não apenas fregueses de países do Oriente Médio, mas também o público mais jovem.

"Se minha mãe me ver fumando narguilé, ela não vai encarar isto como um ato tão sério como se eu estivesse fumando um cigarro", disse um britânico de descendência paquistanesa.

Mas a pesquisa sugere que esta é uma ideia errada, e a descoberta de altos níveis de monóxido de carbono em mulheres grávidas que pararam de consumir cigarros mas continuaram a fumar narguilé, levou à realização da pesquisa.

"Você sabe que pode morrer devido aos cigarros, mas não sabe que pode morrer por causa do narguilé. Agora vou para casa para pesquisar isto", disse um jovem frequentador de um bar de narguilé em Londres.

"Existe um risco para a saúde, mas tudo é relativo ao consumo e todas as provas que vi são de que fumar narguilé não é como fumar nem mesmo um cigarro", afirmou Akram, 27 anos, que gerencia um restaurante e bar de narguilé em Birmingham.

Infecções

Mas não é apenas o nível de monóxido de carbono que gera preocupação em relação ao narguilé. Qasim Choudhory, funcionário do Serviço de Antitabagismo do Serviço Público de Saúde britânico, afirma que dividir o cachimbo de narguilé pode transmitir infecções.

"Existe um risco maior de contrair tuberculose, herpes e infecções como esta", afirmou.

"E agora a gripe suína está no topo da pauta, não há uma correlação direta, mas num momento em que aumentamos a higiene, (o narguilé) não é o melhor tipo de atividade para participar", acrescentou.

Hilary Wareing afirmou que os resultados do estudo atual são chocantes, mas serão necessárias mais pesquisas para mostrar exatamente como o narguilé é perigoso.

Paul Hooper afirmou que o Departamento de Saúde está trabalhando para "passar a mensagem - de como isto é perigoso - ao consumidor".

"Mas como você rotula o tabaco e o cachimbo de narguilé? Não é tão simples como rotular um maço de cigarros", afirmou.

Por BBC, BBC Brasil, Atualizado: 24/8/2009 20:38

terça-feira, 25 de agosto de 2009

terça-feira, 18 de agosto de 2009

O extermínio da juventude brasileira: uma realidade

Texto interessante que nos leva a refletir sobre nossa juventude...e essa juventude também somos nós!!

Não pense que estas estatísticas também não podem alcançar você ou alguem muito próximo a Você!!

Não engane-se!!!


Se a África é o continente financeiramente mais pobre, a América Latina é a região mais desigual do mundo. Não é de se espantar também que seja uma das mais violentas, especialmente quando falamos de Brasil e de juventude.

Segundo o Mapa da Violência 2008, entre 1996 e 2006, os homicídios na população brasileira de 15 a 24 anos de idade passaram de 13.186 para 17.312, representando um aumento de 31,3% em dez anos. O crescimento foi bem superior ao experimentado pelos homicídios na população total, onde o aumento foi de 20% nesse período.

Divulgado em julho deste ano, o Índice de Homicídios na Adolescência,(IHA) reforça este mapeamento e traz uma estimativa preocupante: 33.000 jovens entre 12 e 18 anos assassinados entre 2006 e 2012, se as condições não mudarem. Ainda pelo IHA, que analisou 267 municípios brasileiros com mais de 100.000 habitantes, dentre todas causas mortalidade de adolescentes entre 12 e 18 anos, 45% foi por homicídio, sendo esta a principal, seguida por morte natural (25%)e acidentes (22%). O estudo aponta que o risco de assassinato é ainda maior para a faixa etária de 19 a 24 anos, e decresce a partir daí. Mostra também que a probabilidade de ser vítima de homicídio é quase 12 vezes maior para homens e que o risco de um jovem negro morrer assassinado é 2,6 vezes maior em relação a um branco. A arma de fogo também é elemento precupante. Segundo professor Inácio Cano, membro do laboratório de Análise da Violência da UERJ, “Está na hora de o Brasil mudar suas prioridades”, ao ressaltar o dado do IHA mostrando que a probabilidade de um adolescente brasileiro ser vítima de arma de fogo chega a ser três vezes maior do que a de ser assassinado de outra forma. “A arma de fogo tem que ser sempre foco em qualquer política de prevenção”.

Por outro lado, o Boletim de Políticas Sociais (BPS) nº 15, do Ipea (Instituto Pesquisa Econômica Aplicada), constatou que 59,6% da população carcerária do país é constituída por jovens do sexo masculino entre 18 e 29 anos.

Indicadores como estes mostram que os maiores índices de violência tem cor, classe social, sexo e se concentram em alguns territórios. Comprovam também a urgência de políticas públicas que reconheçam a especificidade juvenil e não apenas ações pontuais ou isoladas, que podem dar “ilusão imediata de melhora”, porém poderão até provocar pioras futuras, se não forem efetuadas dentro de um projeto maior e numa perspectiva inovada. O próprio BPS do Ipea sinaliza: “Seria da maior importância que uma política nacional de prevenção à violência fosse estruturada, incluindo ações de enfrentamento de fatores de risco e a potencialização de fatores de proteção, buscando ampliar a ação do sistema de justiça criminal da simples repressão e punição para o tratamento e reinserção social dos apenados”. Já a pesquisadora da Rede de Informação Tecnológica Latino-Americada (Ritla), Miriam Abramovay, afirma: “Torna-se fundamental uma nova visão sobre a juventude, que fomente sua inclusão e emacipação e que amplie uma rede de proteção social, com oportunidades de estudo e trabalho, com política de combate às diferentes violências existentes, promovendo espaços de arte, cultura, esporte e lazer”.

Infelizmente, o extermínio dos jovens é uma realidade e não um exagero panfletário. A necessidade de posicionamentos, ações e mobilizações de grupos, movimentos e de toda sociedade civil está posta , pois as proporções da problemática diagosticada e vivenciada no nosso cotidiano não diminuirão se agirmos no plano individual. Essa é uma causa coletiva e carece da luta coletiva, especialmente dos jovens, para alcançar as respostas eficientes do poder público e mudança cultural da sociedade.

Jakeline Lira

Mundo Muçulmano

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O que fazer quando as evidências são contrárias?



A Bíblia nos ensina que cada pessoa deve se guiar por fé e não pelas circunstâncias. Para não sermos dominados pelas circunstâncias contrárias, precisamos exercer nosso poder de escolha. Guarde isto: a não ser que você escolha o que quer, será escolhido pelas circunstâncias, permitindo que a vida aconteça, ao invés de fazê-la acontecer. Lembre-se: são as escolhas - e não a sorte - que determinam o seu futuro. Você é a única pessoa que se responsabilizará por suas escolhas. Por isso, se você deseja viver com qualidade quando as evidências forem contrárias, escolha as seguintes posturas:


Escolha aceitar o fato de que Deus é totalmente confiável! A Bíblia revela esta verdade em Marcos 9.23-24: “Disse Jesus: ‘Tudo é possível ao que crê. Imediatamente o pai do menino exclamou: Eu creio; ajuda-me a vencer a minha falta de fé’”. O pai em questão, quando percebe sua falta de fé, escolhe imediatamente reconhecer e pedir ajuda. Lembre-se disto: Se você não acredita na competência de Deus, o primeiro passo é confessar a Ele a sua falta de fé e pedir que Ele lhe capacite a crer. A incredulidade impede a ação divina ao nosso favor!


Escolha seguir Deus um dia de cada vez! Uma das grandes tragédias da vida é querer viver o amanhã no presente! Jesus, em Mateus 6.34, adverte: “Portanto não andeis ansiosos pelo dia de amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal”. Perdemos tempo nos “pré-ocupando” com algo que ainda não nos pertence, quando Jesus deixa claro: o hoje nos pertence, o amanhã não! Por isso, não andeis ansiosos pelo dia de amanhã! Viva um dia de cada vez!


Escolha permanecer no caminho, mesmo quando Deus não revelar todos os detalhes! Eu acho incrível como nós gostamos da compreensão e detestamos a obediência. Queremos detalhes e não obedecer naquilo que já sabemos ser verdade. Esquecemos com facilidade que precisamos permanecer no caminho quando Deus não nos revela os detalhes. A Bíblia afirma, em Naum 1:3: “O Senhor tem o seu caminho na tormenta, e na tempestade (...)”. O fato é que quando as evidências são contrárias, ficamos à espera de detalhes. Procuramos saber como será, quando será e quem ou com quem será. Todavia, Deus espera que tenhamos esta postura: permanecer no caminho, mesmo quando Ele não nos revelar todos os detalhes! Precisamos crer no compromisso divino de nos orientar. Em Isaías 30:21, lemos: “Os teus ouvidos ouvirão a palavra que será dita atrás de ti: Este é o caminho; Andai nele”.
Como vemos, quando as evidências são contrárias, nossa escolha é que faz a diferença. Pense nisto e viva melhor!

Pastor J. Jacó Vieira

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Trailer Filme A Prova de Fogo!!






Pessoal!!

Uma sugestão do Edner e da Simone!

O filme Prova de Fogo (Fireproof) é uma belíssima história sobre fidelidade, amor e companheirismo. Mais um filme dos irmãos Kendrick, criadores do famoso filme Desafiando os Gigantes. Prova de Fogo está fazendo um enorme sucesso nos Estados Unidos, lotando mais de 850 salas de cinema espalhadas por todo o país, sendo muito bem aceito e elogiado pela crítica norte-americana e emocionando milhares de pessoas com sua mensagem.
O filme conta a história de um bombeiro, Caleb Holt (Kirk Cameron). Caleb é um profissional exemplar, porém em seu casamento as coisas não andam nada bem. Depois de aceitar um desafio proposto por seu pai (Através do livro diário O Desafio de Amar), a fim de salvar o seu casamento, Caleb faz um propósito e decide transformar o relacionamento com sua esposa. A partir daí, sua vida começar a mudar e Caleb consegue reacender a chama do amor em seu casamento. Prova de fogo traz ação e emoção para você e toda sua família. Com certeza irá fazer com que você veja a vida de uma maneira diferente.
Um lançamento BV Films!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Lição de vida (legendado)

Estes sim são exemplos a serem seguidos, por mim e por você!!!
Superação, amor, comprometimento, respeito e Fé!!

Exemplo de vida

Reflita sempre em suas atitudes!!!
Que tipo de legado você tem deixado à aqueles que estão ao seu redor???

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Missão Integral!?!?!




Missão Integral?!
Vivemos na integralidade ou na parcialidade da missão dada a nós?

Muito se fala a respeito de Missão Integral, mas poucos sabem exatamente seu significado.
Ed René Kivitz fala sobre a proposta da Missão Integral na revista Eclésia com o artigo “A Missão Integral”
“Sob o imperativo de levar o evangelho todo para o homem todo, para todos os homens, de acordo com o consenso de Lausanne, a Igreja é a comunidade da graça. Comunidade terapêutica; agência de transformação social; sinal histórico do Reino de Deus, instrumentalizada pelo Espírito Santo, enquanto serve incondicionalmente a Jesus Cristo, Rei dos reis, Senhor dos senhores, a quem seja glória eternamente, amém”. Ed René Kivitz

A identidade missionária dentro das igrejas não é algo que se ganha, como um nome, mas é algo que se constroe por meio de ações especificas e direcionadas realizando o “Ide” de forma objetiva visando a busca pelo perdidos e o anuncio do evangelho.

Muitas de nossas igrejas realizam uma tímida ação quando falamos a cerca de missões, algumas por não entenderem com absoluta clareza o que isso significa, outras por comodidade e falta de visão acham que o “arroz e o feijão” feitos ali diariamente já é o suficiente para o crescimento do reino.

Mas se somos cristãos autênticos, entendemos e compreendemos a palavra de Deus, não acredito ser possível se manter imóvel diante de uma humanidade perdida e sem rumo, ávida por algo que lhes dê significado para sua existência. Também não acredito que possamos ficar impassíveis diante das tragédias urbanas e humanas que vemos todos os dias na televisão, na internet, jornais, revista, ou até mesmo ao nosso redor.

Quando falamos de missão integral devemos compreender exatamente o sentido de integralidade que ela propõe, devemos vê-la de forma em que a igreja esteja inserida no todo dentro da sociedade que ela participa.

Que tipo de motivação nutre os nossos corações quando olhamos a cidade? Temos para com a população o olhar compassivo de Cristo, enxergando pessoas sem rumo e sem cuidado (Mt 9.36) ou condenatório pelo não arrependimento diante da manifestação do seu ministério (Mt 11.20-21). (Missão Integral Transformadora, pg. 207)

David Sheppard afirma “a missão urbana é uma das prioridades da tarefa missionária atualmente. Se falharmos aqui, se nos esquecermos da cidade e de suas pressões, não há evangelho que possamos pregar com integridade em outra parte qualquer”. (Missão Integral, pg. 142)


Hoje se igreja deseja ser um instrumento de ação significativa ela não tem como mais envolver-se parcialmente, ela tem que buscar cada dia mais fazer parte da sociedade, sabendo quais suas necessidades e fazendo o seu melhor para supri-las.


Hoje a necessidade que a igreja tem de fazer parte da sociedade em que ela esta inserida é imensa, ela jamais poderá se manter distante ou alheia as circunstancias que a cercam. Seria como se estivéssemos em outro planeta um todo perfeitinho, sem problemas de desigualdades, fome, doenças, sem vidas sendo perdidas a cada segundo, por causa do pouco caso ou do desvalor da vida humana.


Quero fazer parte da geração que faz a diferença que muda a sociedade em que vive e que é capaz de levar o verdadeiro evangelho de Cristo, tão bem descrito por tantos homens e mulheres de Deus.


Partir para a ação é um passo indispensável para se concretizar objetivos que traçamos, não devemos viver apenas no mundo das idéias mas responder o “Ide”de forma integral.
Por isso, para a Missão Integral, o amor a Deus só é possível se este alcança o próximo.

35E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas deles, e pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo. 36 E, vendo as multidões, teve grande compaixão delas, porque andavam cansadas e desgarradas, como ovelhas que não têm pastor. 37 Então, disse aos seus discípulos: A seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros. 38 Rogai, pois, ao Senhor da seara, que mande ceifeiros para a sua seara.
(Mt 9.35-39)


Késia Kelly

O ESPIRRO - (THE SNEEZE) - TV SAÚDE

O ESPIRRO" é uma animação feita para mostrar como acontece a infestação de bactérias, germes e vírus.
A transmissão ocorre através do contato com regiões infectadas pelos agentes invisíveis.
O vídeo é escrito e animado por Francois Chew e dublado pela TV SAÚDE.



Há um ditado que afirma que ninguém nasce feito, nem para a vida, nem para a carreira (vocação), ou qualquer outra instância. Também quanto à fé, ninguém nasce feito. A partir do momento em que a recebemos, quando mudamos de rumo, somos caminhantes, aprendizes, sempre inacabados, sempre trilhando sendas diferentes, dispostos às transformações que se encontram na porta adiante.

A vida na fé é cheia de riscos; sem riscos, não há fé em livre exercício. E fé não exercitada é fé morta. Nosso exercício de fé é sempre baseado no exercício de fé de outras pessoas. Nossa fé, assim, é individual, mas é sempre fé em relação com outros. Logo, não é somente a minha fé, mas a fé de Jesus, de Paulo, de João, Pedro, Maria, Madalena, Carlos, Marcos, Antonio, Valéria, e tantos outros nomes cujas “fés” se juntam à minha nessa caminhada no reino do amor de Deus.

Aprender na fé é aprender de modelos. Nas cartas de Paulo, por exemplo, há seis diferentes passagens em que a palavra “imitadores” (no grego, mimetes) aparece, via de regra, expressando o fato de que não estamos sós nesse caminho. Ele diz: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1Co 11.1). Em outro momento ele afirma o mesmo e completa: “observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (Fp 3.17).


Numa primeira instância, portanto, todos somos imitadores de Cristo. Tentamos andar como ele andou, nos relacionar com as pessoas conforme o modelo que nele vimos, responder ao clamores do mundo ao nosso redor de acordo como ele respondeu ao seu. O nazareno, que andou pela Galiléia, que era filho e aprendiz de carpinteiro, mas também era Filho de Deus e aquele que deu a sua vida por seus amigos – ele é nosso modelo maior. Imitamo-lo por sua graça, pela força que ele supre.


Numa segunda instância, porém, somos imitadores da fé que os outros têm em Cristo. O conhecimento cognitivo de quem foi Cristo e do que ele fazia não explica, ao todo, a existência de tantas pessoas que continuam crendo conforme a fé do crucificado e ressuscitado. A minha fé engendra-se a partir da fé do meu irmão, de como ele a exerce no dia a dia, como lida com a vida, como ama, e o tipo de ser humano que ele é.


Aprendemos de modelos e aprendemos de Jesus, modelos que nele se espelham, neste que continua vivo, caminhante, entre nós, por meio de mim, de você e de nosso próximo... O exercício de uma fé pessoal saudável é insustentável sem a presença do outro, e sem a vida em comunidade.


Jonathan Menezes

Contextualização





Jesus Cristo, verbo eterno e homem universal.


Não há evangelho a parte da experiência humana, fora de uma cultura concreta, a contextualização não é uma mera particularização da mensagem eterna e universal, é a própria plenitude dessa mensagem para um homem definido, participante de um grupo com características bem distintas.


A igreja dentro de determinada cultura, deve encontrar seu modo de ser entre o cuidado em manter a sua identidade e expressar plenamente o seu significado. Precisa aliar ao conhecimento da sua missão, tradição e essência, o conhecimento da cultura que a circunda, a história do povo que a rodeia e os desafios de sua época, adequando-se sabiamente a tudo isso.


Espera-se, portanto, do cristão, duas atitudes igualmente prudentes: em primeiro lugar, uma atitude de celebração e de alegre participação nas atividades culturais que facilitem a plena expressão do evangelho; em segundo, a rejeição enfática de tudo aquilo que venha ameaçar a sua identidade como discípulo de Jesus Cristo.


Podemos dizer que a cultura é os diversos agrupamentos sociais, as idéias e artes, as crenças e os costumes.

Consequentemente a cultura, como manifestação humana, tem a sua legitimação na vontade de Deus.

Uma vez que o homem é criatura de Deus, parte de sua cultura é rica em beleza e bondade. Pelo fato de o homem ter caído, toda a sua cultura (usos e costumes) esta manchada pelo pecado e parte dela é de inspiração demoníaca.

A cultura se organiza através de 3 sistemas integrados: sistema adaptativo (ação do homem sobre a natureza), sistema associativo (modos de organização das relações interpessoais e normas de convívio social), sistema ideológico (idéias – compreensão e experiências).


Há uma dimensão fluida, dinâmica, perante a qual as instituições, inclusive a igreja, precisam se adaptar. O grande desafio da igreja é sobrepor-se aos esquemas rígidos e as teologias estáticas e preparar-se para ser o sal e luz num mundo constantemente em mudança, mantendo sua ligação em Cristo e a fidelidade à palavra de Deus.

A uma tendência do cidadão em desvalorizar as culturas que rejeitam os seus valores ou que apresentam costumes diferentes dos seus.


Algumas vezes o missionário envolvido em missões transculturais se depara com costumes bem diferentes dos seus e precisa tomar decisões serias e de longo alcance sobre normas doutrinarias, organização de igrejas e postulados éticos. Isso exige dele sabedoria cristã e discernimento do Espírito.

O etnocentrismo cultural – tendência de considerar as características de sua própria cultura como parâmetro para todas as demais – tornou o missionário transcultural mais um transplantador cultural do que um proclamador das boas novas.

Saber como e a que se adequar, ou em outras palavras, descobrir os limites do processo de contextualização, é tarefa que exige certo discernimento e o estabelecimento de alguns critérios. Discernir o essencial do acidental, o eterno do temporal, o principio ético da norma legal, não são tarefas aleatórias, norteadas pelos caprichos de um grupo qualquer. São funções de uma igreja que quer continuar sendo igreja de Jesus Cristo, submissa ao Espírito.


A igreja como propósito de Deus carrega uma dimensão transcultural, mas, como comunidade de homens, só existe efetivamente numa situação histórica e cultural. Por ter nascido da vontade de Deus, a igreja é santa, mas como comunidade dos homens é pecadora. A igreja traz em si mesma as marcas da ambigüidade humana e as manchas resultantes do pecado. Por isso, toda a sua proclamação se resume na Graça, dentro de uma postura de humanidade. Eis porque a sua primeira tarefa é consigo mesma: a igreja deve reconhecer a sua ambigüidade e viver em constante autocrítica e conseqüente arrependimento.


O primeiro e único propósito da igreja é a diferença (santidade) e não a semelhança (sincretismo). A santidade da igreja, portanto é o limite absoluto de toda e qualquer contextualização.

A santidade (separação) da igreja, entretanto não é um fim, é o meio para a redenção do mundo.

A três dimensões principais da igreja que devem encontrar sua expressão máxima na cultura onde está incerida: proclamação da redenção total do homem e sua história; o serviço ao homem e à comunidade e a celebração da vida e do amor de Cristo. Pois o evangelho é o anuncio da Graça de Deus em Jesus Cristo, que liberta o homem de todo e qualquer “poder”.

E estas boas novas de libertação são transmitidas pela novidade de vida e pela disposição em servir.


Ao contar histórias, Jesus valorizava a vida do povo como portador de mensagens e lições do Reino, e criava uma identidade e uma base comum para o dialogo, abrindo espaço para que o novo – a presença do reino de Deus – se estabelecesse concretamente no antigo – a existência cotidiana do povo.

Ele tinha grande conhecimento nas escrituras e seu modo de extrair a mensagem do Reino era por meio de acontecimentos corriqueiros, das flores e das arvores, do trabalho do agricultor, da dona de casa e da fuga do filho do fazendeiro. Seu estilo de pregação era reforçado por imagens tiradas da vida cotidiana.


E assim é com a igreja, quando ela participa da cultura ela cresce e ao mesmo tempo isso contribui para libertá-la de seus determinismos e redutores, abrindo-lhe a possibilidade de sair de si mesma ao acrescentar-lhe a dimensão transcultural.


Quando a palavra é levada ela deve ser extremamente clara e contextualizada para que haja uma correspondência real com a cultura na qual ela esta sendo incerida, mas devemos ter cuidado para evitar que na busca pela clareza, o conteúdo se perca.


Uma das tarefas da igreja é facilitar o acesso de todas as pessoas às suas palavras. O evangelho é o anuncio de novas palavras, plenas de significado e de alegria, à velha ordem social.



Késia Kelly

Texto extraido do livro: Um jumentinho na avenida.